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Economia

Alíquota do IOF subiu 36%: entenda o que muda no seu bolso

Aumento na alíquota do imposto cobrado em operações de crédito foi confirmado pelo Ministério da Economia.

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A alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de crédito vai subir 36% a partir do próximo dia 20. De acordo com as informações divulgadas pelo Ministério da Economia na noite de ontem, 16, a mudança terá validade até o dia 31 de dezembro.

Veja também: Quais as vantagens do débito automático do Nubank? Descubra aqui!

A decisão visa “garantir fonte de recursos para o programa Auxílio Brasil (sucessor do Bolsa Família) e atender o cumprimento das regras fiscais”, explicou a pasta em nota.

Nem todas as operações sobre as quais o IOF incide sofrerão com o aumento, somente as operações de crédito, como empréstimos e financiamentos. Veja quais foram as mudanças:

  • Pessoas jurídicas: alíquota diária de 0,0041% (anual de 1,50%) passa para 0,00559% (anual de 2,04%).
  • Pessoas físicas: alíquota diária de 0,0082% (anual de 3,0%) passa para 0,01118% (anual de 4,08%);
  • Pessoas Jurídicas do Simples Nacional (Como MEIs): alíquota diária segue em 0,00137%.

Afinal, o que muda?

Elevar a alíquota do imposto federal em 36% significa que algumas opções de crédito vão ficar mais caras. Quem pagava R$ 1 de IOF por uma operação, por exemplo, começará a pagar R$ 1,36.

Mas isso não quer dizer que todas as operações de crédito subirão 36%, apenas que o imposto será maior. O IOF é cobrado sobre o valor principal da operação, não sobre os juros. Ou seja, a alteração no tributo não significa uma mudança nas taxas de juros do empréstimo.

A decisão tem um grande impacto porque imposto está presente em diversas transações do dia a dia do brasileiro. Conheça alguns exemplos:

  • Usar o cartão de crédito em compras internacionais (online ou presencialmente);
  • Atrasar o pagamento da fatura do cartão;
  • Comprar ou vender moeda estrangeira;
  • Solicitar um empréstimo ou financiamento;
  • Usar o cheque especial ou crédito rotativo;
  • Resgatar um investimento;
  • Contratar um seguro.

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Empresas

EDP Brasil reporta lucro líquido de R$510,5 mi no 3º tri, alta de 70,3%

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado marcou R$ 753,9 milhões

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A EDP Brasil reportou lucro líquido de R$ 510,5 milhões no terceiro trimestre, alta de 70,3% ante igual período do ano anterior, conforme balanço encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado entre julho e setembro somou R$ 753,9 milhões, elevação de 30,1% na comparação com um ano antes.

Também disse que os segmentos de Distribuição e Transmissão foram os principais destaques do trimestre, e que o volume de energia distribuída apresentou aumento de 4,2% no trimestre em relação ao mesmo intervalo de 2020, em função da recuperação da atividade econômica e expansão do número de clientes.

E acrescentou que, paralelamente, o processo de reajuste tarifário da EDP Espírito Santo resultou no aumento de 9,75% na tarifa média para o consumidor e em uma alta de 46% da Parcela B.

EDP Brasil

Ainda de acordo com o balanço, na EDP São Paulo o reajuste tarifário aprovado promoveu uma elevação de 12,4% na tarifa média para o consumidor e um aumento de 32,6% na Parcela B. Mas, nesse caso, o evento ocorreu após o fechamento do terceiro trimestre, então sem impacto no trimestre avaliado.

Na Transmissão, os empreendimentos em operação apresentaram no trimestre RAP Líquida de 45,8 milhões de reais e Ebitda regulatório de 39,8 milhões de reais.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker ENBR3.

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Economia

Após 2 meses em queda, confiança do consumidor sobe em outubro

Apesar disso, cenário ainda é de cautela, diz FGV.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1 ponto de setembro para outubro deste ano e interrompeu uma trajetória de dois meses em queda. Com o resultado, o indicador chegou a 76,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Leia ainda: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

A alta foi influenciada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do consumidor brasileiro no futuro. O subíndice subiu 1,3 ponto, atingindo 82,4 pontos em outubro, puxado pela melhora das perspectivas sobre a situação financeira familiar.

O Índice da Situação Atual, que mede a percepção do consumidor sobre o presente, variou 0,2 ponto e chegou a 69 pontos.

“Contudo, consumidores se mantêm cautelosos em relação a intenção de compra de bens duráveis. O aumento da incerteza, o aumento dos preços e a demanda represada por serviços na pandemia podem estar contribuindo para frear o consumo desses produtos”, disse a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

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Empresas

TIM reporta lucro líquido normalizado de R$474 mi no 3º tri, alta de 21,4%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização marcou R$ 2,167 bilhões

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A TIM reportou lucro líquido normalizado de R$ 474 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 21,4% ante igual período do ano anterior.

De acordo com o balanço, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) marcou R$ 2,167 bilhões para o período de julho ao fim de setembro, crescimento de 4,5% na comparação anual.

A companhia pertence ao grupo Telecom Italia e terminou setembro com 51,6 milhões de clientes de telefonia móvel, incremento de cerca de 1% sobre um ano antes.

A companhia está na bolsa brasileira (B3) sob o ticker TIMS3.

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