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Finanças

Caixa lança empréstimo pelo Caixa Tem; Até R$ 1.000

Nova modalidade de crédito pretende beneficiar 100 milhões de usuários do aplicativo; conheça as datas de liberação dos recursos.

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É oficial! A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira, 27, o chamado “Crédito Caixa Tem“, programa que vai liberar empréstimos entre R$ 300 a R$ 1 mil com menos burocracias.

Leia mais: Caixa paga hoje auxílio emergencial a novo grupo

O novo serviço poderá ser acessado por 100 milhões de brasileiros com conta poupança social ativa, criada pela Caixa para os repasses do auxílio emergencial e de outros benefícios. Os juros da nova modalidade de empréstimo serão de 3,99% ao mês, com prazo de pagamento em até 24 parcelas.

Os recursos da medida serão disponibilizados de forma escalonada, conforme o mês de aniversário dos usuários.

Aos nascidos em janeiro e fevereiro, por exemplo, o crédito já está disponível, mas não de forma automática. É preciso estar com o Caixa Tem atualizado e demonstrar interesse no produto. Vale dizer que as contratações também serão totalmente digitais.

Como vai funcionar?

Depois de atualizar o aplicativo, a conta poupança social vai se transformar em conta digital, lugar onde os valores serão creditados. Com a transição, a plataforma poderá ter custos, que dependerão do número de operações feitas pelos correntistas.

Pelo uso do Caixa Tem, o cliente não pagará tarifa mensal, ao passo que terá direito aos seguintes serviços de forma totalmente gratuita: transferências ilimitadas para contas da Caixa, três transferências mensais para contas de outros bancos, além dois extratos e dois saques por mês. Quem ultrapassar estes limite terá de pagar tarifas.

Por enquanto, não haverá limite de renda para solicitar. Ou seja, os interessados poderão fazer os empréstimos tanto para investimentos, no chamado “Crédito Caixa Tem para o seu Negócio”, como para uso em despesas pessoais, pelo “Crédito Caixa Tem Pessoal”. Ambos os serviços exigem as mesmas condições de solicitação, em que é feita a análise cadastral do tomado.

Calendário de liberações do crédito Caixa Tem

Para quem já é cliente do Caixa Tem:

  • Nascidos em janeiro e fevereiro: a partir de 27 de setembro;
  • Nascidos em março e abril: a partir de 18 de outubro;
  • Nascidos em maio e junho: a partir de 8 de novembro;
  • Nascidos em julho e agosto: a partir de 29 de novembro;
  • Nascidos em setembro e outubro: a partir de 13 de dezembro;
  • Nascidos em novembro e dezembro: a partir de 27 de dezembro.

Para quem ainda não é cliente do Caixa Tem:

  • Nascidos em janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho: a partir de 8 de novembro;
  • Nascidos em julho e agosto: a partir de 29 de novembro;
  • Nascidos em setembro e outubro: a partir de 13 de dezembro;
  • Nascidos em novembro e dezembro: a partir de 27 de dezembro.

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Finanças

Nubank é acusado de inflar receita com ajuda da Mastercard; Entenda

Empresas de maquininhas afirmam fintech cobra o dobro do valor de tarifas no cartão pré-pago em comparação às transações no débito.

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A Getnet, do Santander, bem como outras empresas adquirentes, também conhecidas como empresas de maquininhas, estão acusando o Nubank de inflar sua receita ao burlar uma regulação do Banco Central (BC) que estabelece limites nas taxas aplicadas em operações de débito.

Leia mais: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

No geral, o BC determina um limite de 0,5%, podendo chegar a 0,8% nesse tipo de operação. O caso é que o Nubank oferece aos seus usuários um cartão pré-pago que pode ser usado como cartão de débito na hora de pagar uma compra. Com isso, o banco digital cobra 1,2% por transação.

Dessa forma, a Getnet entrou na Justiça questionando esses números. A empresa, que informou possuir margem negativa com lojas e um prejuízo de cerca de R$ 62 milhões, alega que o próprio Nubank repassa ao cliente que o cartão pré-pago opera nos mesmos moldes de uma operação de débito em conta.

Em resposta à acusação, o Nubank declara que atua em conformidade com todas as regras do BC. Segundo a fintech, a ela só é permitido operar com cartão pré-pago.

Mastercard

No mesmo processo judicial, a adquirente do Santander também acusa a Mastercard de “abuso de poder econômico”. Isso porque mais da metade das operações da Getnet acontecem pela bandeira Mastercard. Entretanto, a empresa não permite que as maquininhas deixem de aceitar o cartão Nubank. O que fez com que a Getnet pedisse a revisão das cobranças, afirmando que elas não estavam corretas.

Os executivos de outras empresas de maquininhas afirmaram que, na prática, o Nubank de fato não aplica tarifas aos clientes que fazem uso do cartão e que, com ajuda da Mastercard, a fintech está inflando suas receitas ao cobrar o dobro de valores dos lojistas ao permitir o uso de um cartão pré-pago. Ou seja, mesmo com dinheiro em conta, a operação feita pelo cliente não acontece por meio de cartão de débito.

Pelas contas das empresas, o Nubank teria conquistado uma receita de R$ 400 milhões por meio de tal prática. A Stone, Cielo e Redecard estão com o mesmo problema e já tomaram providências. Há pouco tempo, o Banco Central também abriu consulta pública para mudar as tarifas de intercâmbio de cartões pré-pagos, que recentemente representavam cerca de R$ 8 bilhões em transações.

O que diz o Nubank

O Nubank publicou uma nota explicando a questão do cartão pré-pago e de débito, que pode ser lida a seguir:

“O Banco Central abriu recentemente um debate técnico sobre os cartões pré-pagos. Lamentamos que uma credenciadora (operadora de maquininha) esteja tentando desvirtuar a discussão com ameaças judiciais e falsas acusações pela imprensa –tudo com o intuito de aumentar seu próprio lucro (e do grupo econômico do qual faz parte) e tentar cercear a concorrência no setor financeiro, sem pensar nos benefícios para os consumidores.

Esclarecemos que instituições de pagamento só podem oferecer contas de pagamentos, com cartões pré-pagos. Porém, os bancos oferecem, com exclusividade, o cartão de débito de conta corrente, além dos cartões pré-pagos. As fintechs têm tido um papel importante na promoção da inclusão financeira através da expansão do cartão pré-pago. Esse modelo segue rigorosamente todas as regulações em vigor e foi o instrumento para a inclusão de cinco milhões de pessoas aos serviços bancários, com uma economia de ao menos R$ 30 bilhões em tarifas para os clientes em oito anos.”

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Na ponta do lápis: Quanto rende uma aplicação de R$ 200 por mês no Tesouro Direto?

Para começar a investir na modalidade não é necessário ter altos salários. Veja como investir com pequenos valores também pode ser vantajoso.

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Muita gente deixa de aplicar o que ganha por acreditar que precisa de muito para investir. A crença de que só grande fortunas valem a pena o esforço deve ser abdicada, principalmente quando o mercado das finanças oferece diferentes formas de fazer o dinheiro trabalhar sozinho.

Veja também: Novo Vale Gás de R$ 100 é aprovado; Benefício começa em outubro

Em suma, a pessoa não precisa ter altos salários e uma vida financeira já estabilizada para começar a investir de forma segura. É possível fazer isso em qualquer fase da vida, inclusive no caso de quem está dando os primeiros passos na vida profissional. Uma aplicação que tem ganhado popularidade no mercado é o Tesouro Direto.

Modalidades de títulos do Tesouro Direto

O indivíduo que pensa em investir nessa aplicação pode consultar a chamada “calculadora do Tesouro Direto”. Por ela, é possível acessar todos os títulos públicos disponíveis na atualidade, entendendo melhor sua forma de rentabilidade.

Atualmente, existem três modalidades de títulos:

  • Pós-fixados: onde os juros acompanham a taxa básica de juros da economia (Selic);
  • De inflação: aqui opera o juro fixo mais IPCA, medidor da inflação oficial do país;
  • Prefixados: garante juros fixos, ou seja, a pessoa já sabe a rentabilidade no momento da compra.

Qual a rentabilidade?

Pela calculadora do Tesouro Direto, o cliente pode se informar de maneira precisa sobre a remuneração das aplicações. A partir daí, ele pode decidir da melhor forma o quanto será investido além de definir o prazo de resgate do dinheiro no futuro.

Em um exemplo que considera uma primeira aplicação no valor de R$ 1 mil, seguida por aportes mensais no valor de R$ 200, um investimento em Tesouro Direito ficaria da seguinte forma (já considerando os resgates referentes ao Imposto de Renda):

  • Tesouro Prefixado 2024: R$ 8.568;
  • Tesouro Prefixado 2026: R$ 13.555; 
  • Tesouro Selic 2026: R$ 16.601; e
  • Tesouro IPCA 2026: R$ 15.246.

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Unipar e Vale pagam os melhores dividendos do mercado

Enquanto indústria química exibiu DY de 28,26%, mineradora bateu 23,55%

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Sinal de que a velha busca de rentabilidade sempre renova, assim também é a preferência do investidor por ações de empresas que pagam, além dos proventos, dividendos acima da média, os chamados Dividend Yelds (DY) – índice que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações.

Destaque da temporada – Nesse sentido, o destaque da temporada fica para a Unipar (UNIP6), que pagou o maior volume em dividendos, nos últimos 12 meses até outubro corrente, quando a indústria química respondeu por quatro distribuições, totalizando um DY de 28,26% e R$ 8,02 em proventos.

Vale é vice – Na vice-liderança, a Vale (VALE3) distribuiu R$ 14,6 em dividendos nos últimos 12 meses, para um DY de 23,55%, bem superior aos rendimentos de títulos e demais produtos de renda fixa atrelados à Selic.

Maiores recordes – Os maiores percentuais citados podem ser considerados recordes, uma vez que, considerando a média de distribuição dos últimos cinco anos (2016 e 2020), a média de distribuição de dividendos da Unipar e Vale foi de 4,90% e 4,52%, respectivamente.

Companhias ‘cíclicas’ – Para o analista da Inversa Publicações, Nicolas Merola, essas companhias são cíclicas, ou seja, têm períodos em que ‘performam’ muito bem por determinadas situações de mercado, e períodos com desempenhos mais ‘mornos’. “São empresas que trabalham com segmentos básicos, como a parte de materiais, saneamento e energia, que são super beneficiadas por esse novo ciclo, que é o ciclo de inflação”, concluiu Merola.

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