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Automobilística

Denatran deixará de existir: veja impactos na vida dos motoristas

Confira o que muda com a mudança e como passam a ser organizadas as políticas de Trânsito, no Brasil. Medida entra em vigor dia 16.

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No próximo dia 16 de setembro, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) será extinto. Na verdade, um novo órgão passará a operar com base nas mesmas responsabilidades. A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) foi autorizada pelo governo do atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido).

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Ao se tornar uma secretaria, o órgão eleva o grau de suas competências, bem como a própria relevância. Dessa forma, as ações da Senatran passam a ter mais autonomia a partir do dia 16. Contudo, o orçamento não sofrerá alterações e os funcionários serão realocados dentro da secretaria.

Mudanças necessárias

De acordo com especialistas, a alteração de Denatran para Senatran é uma vitória para o setor. O Denatran sofria com uma certa falta de prestígio e estava com a sua imagem desgastada.

A partir da modificação, a autoridade em Trânsito do Brasil poderá renovar suas funções. Para alguns, esta é a oportunidade de fortalecer o Sistema Nacional de Trânsito.

De modo prático, o secretário poderá ter acesso direto ao Ministério da Infraestrutura. O contato poderá ser feito sem intermediários, o que facilita o diálogo e o planejamento.

Embora a proximidade se torne possível, a elevação para secretaria não deve refletir em recursos. Ou seja, ao se tornar Senatran, o órgão não terá acesso facilitado a mais recursos ou equipes. O próprio Ministério da Infraestrutura já deixou claro no passado que não planeja investimentos próximos no setor.

Reflexos na segurança

Profissionais que atuam na conscientização para o trânsito também comentaram o tema. Para eles, seria muito bom que a Senatran conseguisse melhorar as regras para aumentar a segurança.

Porém, as diretrizes da atual gestão não parecem estar alinhadas a uma preocupação com o tema. Dessa forma, poucas são as expectativas de melhoras na qualidade da segurança no trânsito do Brasil. 

Além disso, muitos analistas defendem a criação de uma agência interna dedicada à segurança. O modelo é utilizado nos EUA, pro exemplo. A proposta seria implantar algo parecido também por aqui.

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Automobilística

Nova geração do Hyundai Creta chega às lojas neste sábado (18)

O SUV da marca sul-coreana traz mudanças discretas no design, mas as atualizações prometem elevar o patamar do modelo no mercado.

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O novo modelo 2022 do Hyundai Creta traz algumas modificações modestas. O carro deve agradar tanto o público mais sedento por novidades quanto aquele mais conservador. A principal mudança está na versão Platinum, que virá com motor 1.0 turbo, presente na linha HB20. A nova geração do SUV da Hyundai começa a ser vendida já neste sábado (18).

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Em contrapartida, o design deve ser o mesmo, com pouquíssimas modificações. Aliás, o motor 2.0 flex que integra a versão desde 2016 continua no Creta 2022. Essa é a máquina que está na versão Ultimate, a mais cara de toda a linha do SUV compacto da Hyundai.

O preço da versão Ultimate, a mais completa, é estimado em R$ 146.990. Ela vai aglutinar todos os itens mais tecnológicos que são possíveis no Creta. Dessa forma, a fabricante sul-coreana deve concorrer em pé de igualdade. Seus rivais no mercado são o VW T-Cross Highline, Chevrolet Tracker Premiere, Jeep Renegade Limited e Honda HR-V Touring. A versão de entrada do Creta sai por R$ 107 mil.

Mudanças entre a antiga geração

Apesar de discretas, as mudanças estéticas ocorreram na nova linha do Creta 2022. Os desenhos dos faróis e lanternas podem até ser os mesmos, mas agora contam com LED. Eles combinam com as luzes diurnas, que também são em LED.

As rodas também ganharam um novo aspecto e agora são de liga leve e diamantadas. O objetivo dessa mudança é trazer mais harmonia e originalidade à versão 2022 do veículo.

A versão mais completa vem com Hyundai Smart Sense – trata-se de uma tecnologia de segurança ativa. Entre as vantagens está a opção de frenagem autônoma, que ocorre em até 50 km/h. O SUV é capaz de frear ao perceber uma colisão iminente.

Além disso, por meio de câmeras, o Creta consegue “enxergar” o asfalto e vários detalhes. Ele é capaz de evitar que o motorista saia da faixa conseguindo corrigir algumas direções do volante de motor automático.

O Creta 2.0 faz 7,7 km/l (cidade) e 8,7 km/l (estrada) com etanol e 10,9 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada) com gasolina. O anterior tinha médias de 7,1 km/l na cidade e 8,4 km/l na estrada com etanol no tanque.

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Automobilística

Valor dos carros mais vendidos triplicou em apenas uma década

Em 2011, a média de valores dos dez carros mais vendidos era de R$ 33 mil. Atualmente, a mesma média representa o montante de R$ 96 mil.

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A proposta do carro popular, inicialmente, era a de que ele custasse o equivalente a US$ 7 mil. Na conversão, seria como se um 0 km popular custasse algo em torno R$ 35 mil. A realidade, no entanto, é bem diferente da ideia inicial. Os carros novos mais vendidos de 2021 são mais caros dos que os mais vendidos em 2011. Em apenas uma década, o valor médio dos veículos populares triplicou. 

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Alta nos preços

O ranking apontado pela Fenabrave dos 10 carros mais vendidos em 2021 reunia apenas modelos compactos. Hatchs e sedãs compactos eram os automóveis com maior volume de venda entre os 0 km da época.

A KBB Brasil, especializada em pesquisa de preço, apontou que o valor médio dos populares era de até R$ 40 mil. Porém, existia o Chevrolet Celta que poderia ser comprado por R$ 24.7 mil na versão básica. Sendo que o carro mais caro da lista em 2011 era o Volkswagen Voyage, de R$ 39.4 mil.

Assim, a média de valor dos 10 mais populares de 2011 ficava em R$ 33.3 mil. Bem diferente de hoje, já que a média de valor dos 10 mais comprados chega a R$ 96 mil.

O carro mais barato da lista, em 2021, é a versão simples do Renault Kwid, que já custa quase R$ 50 mil. O preço mais caro fica por conta do Jeep Compass, com valor de R$ 187 mil.

Preço dos 10 carros mais vendidos em 2011:

VW Gol – R$ 34 mil

Fiat Uno – R$ 35,5 mil

Chevrolet Celta – R$ 24,7 mil

VW Fox – R$ 39,2 mil

Fiat Palio – R$ 33,2 mil

Fiat Siena – R$ 39,2 mil

VW Voyage – R$ 39,4 mil

Ford Fiesta – R$ 30,1 mil

Renault Sandero – R$ 35,5 mil

Chevrolet Classic – R$ 26 mil

Preço dos 10 carros mais vendidos hoje, em 2021:

Fiat Argo – R$ 79,6 mil

Hyundai HB20 – R$ 78,4 mil

Fiat Mobi – R$ 53,4 mil

Jeep Renegade – R$ 146 mil

Jeep Compass – R$ 187,1 mil

Chevrolet Onix – R$ 78,5 mil

VW Gol – R$ 68,3 mil

Hyundai Creta – R$ 117,8 mil

VW T-Cross – R$ 106,3 mil

Renault Kwid – R$ 49,3 mil

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Automobilística

Nova York vetará venda de carros movidos a gasolina a partir de 2035

Medida tem o objetivo de reduzir as emissões de carbono da região em até 35%. Outros estados também seguirão a proposta.

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A governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, aprovou na última semana uma emenda apresentada pelo congresso e senado que exclui o mercado de veículos movidos à gasolina a partir de 2035. A medida impõe uma proibição definitiva sobre a venda destes tipos de carros no território.

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A medida tem o objetivo de reduzir as emissões de carbono da região em até 35%, ajudando o estado a chegar nas suas metas climáticas atuais. O intuito é diminuir em até 85% os níveis atuais de gases. Para esta finalidade, o prazo projetado foi o ano de 2050.

Segundo a nova lei, a proibição valerá tanto para a venda de carros de passeio quanto caminhões. No caso de veículos médios e de grande porte, a proibição valerá a partir de 2045.

Além disso, a proposta determina que as agências estaduais desenvolvam projetos de apoio e adesão das comunicadas a veículos sustentáveis no decorrer dos próximos 14 anos.

Isso pode incluir, além do carro elétrico, o incentivo ao uso de bicicletas pela população de pedestres. A curto prazo, o plano também trata da remodelação do mercado de transportes para este formato até o ano de 2023, o que permitirá uma transição gradual e sem grandes impactos negativos para todos os negócios envolvidos.

Desafios da implementação

O trabalhado de redução de gases no estado conta como desafio a instalação de uma rede de carregamento elétrica, que deverá dar conta do volume de tráfego da região, em especial da cidade de Nova York.

Por outro lado, a mudança deve ir além da parte de infraestrutura. De acordo com o Ars Technica, somente 1% dos veículos comercializados no estado são elétricos.

É válido mencionar que a publicação da emenda em Nova York também acompanha outros lugares dos Estados Unidos, como os estados da Califórnia e Massachussetts. Ambos, inclusive, estabeleceram a mesma data de implementação da medida, até o final de 2035.

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