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Agronegócio

Expofruit 2021 reúne produtores e grandes empresários da fruticultura

Evento espera receber aproximadamente 15 mil visitantes e movimentar em média R$ 60 milhões em negócios

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Na noite desta quarta-feira, 24, foi aberta oficialmente a Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada – Expofruit 2021, com o tema “Valorizando as Oportunidades da Fruticultura”. O evento que segue até sexta-feira (26), com programação diversificada durante o dia, com palestras, cursos, mesas redondas na Universidade Federal do Semiárido (UFERSA) e exposição na Estação das Artes, espera receber aproximadamente 15 mil visitantes e movimentar em média R$ 60 milhões em negócios.

A Expofruit 2021 conta com a participação de autoridades políticas e representantes da cadeia produtiva do Rio Grande do Norte. O presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte – COEX, Fábio Martins Queiroga, iniciou a cerimônia de abertura, ressaltando a felicidade de estarem reunidos na feira e a oportunidade que os laços comerciais dão para o mercado brasileiro se expandir. “O Rio Grande do Norte tem uma região dotada de privilégios produzimos doze meses por ano, temos vocação para a fruticultura e uma enorme capacidade para expandir nossa produção. A Expofruit chega a sua 23ª edição sendo a maior feira de fruticultura do Brasil e a maior direcionada para o melão a nível mundial. Estamos com 30% de estandes a mais do que a última edição presencial realizada em 2018. Essa presença de tanta gente de toda a cadeia produtiva significa que existe uma expectativa de crescimento de negócio que vai resultar em dinheiro circulando e mais empregos para o RN”, disse.

Allyson Bezerra, prefeito de Mossoró, também destacou a importância do município para a agricultura e fruticultura do país. “Quem fala de agricultura e fruticultura no Brasil e de geração de emprego e renda fala de Mossoró. Nós temos muito orgulho de ser de Mossoró, de sermos um dos maiores exportadores de frutas do país e de termos o maior evento da fruticultura irrigada do nosso país. São dezenas de fornecedores, de empresários que montaram aqui seus estandes, inclusive com a presença de investidores da Espanha e China”, afirmou.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, elogiou a grandeza do evento. “A Expofruit é um evento conceituado como o maior do país e nosso governo como parceiro da iniciativa privada e de tudo que traga desenvolvimento para o Rio Grande do Norte tem que reconhecer que todos aqui são desbravadores. Estamos no Semiárido nordestino e vocês conseguem tornar o Rio Grande do Norte o maior exportador de frutas do Brasil, gerando milhares de empregos. Isso é fantástico”.

 

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Ações, Units e ETF's

BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

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O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

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Agronegócio

Efeito ‘Ômicron’: Santander indica companhias do agro com características defensivas à nova cepa

Minerva, Ambev e JBS são alguns dos exemplos apresentados que fecharam em alta apesar da ameaça mundial

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Na última sexta-feira, 26, a Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou como ‘preocupante’ a nova variante do coronavírus, denominada “ômicron”. A cepa foi originalmente descoberta na África do Sul e é considerada de preocupação, pois tem cerca de 50 mutações. Apesar do avanço da vacinação no mundo, o surgimento de novas variantes do coronavírus ainda representa ameaça.

Além disso, a variante balançou os mercados globais. Segundo o Santander, a Minerva é uma companhia agro com características defensivas. O analista Rodrigo Almeida explica que, “a escassez global do setor deve continuar a impulsionar os seus resultados“.

Levando em consideração a cotação de fechamento de R$ 8,70 na última sexta-feira (26), o analista estimou que a ação da Minerva teve um desconto de 30%, e o dividend yield neste ano projetou 9%.

Nesta semana, as ações ordinárias da Minerva registraram alta de 1,15%, e o preço da transação foi de R$ 8,80. Ao mesmo tempo, o Ibovespa, com 103.273,54 pontos, subiu para 1,03%.

O Santander também aposta também na Ambev como referência no agronegócio brasileiro. O banco acredita que a cervejaria em breve recuperará participação de mercado, destacando a estratégia e execução operacional da empresa.

Sem indicar preço-alvo, o analista acredita que a companhia, que opera na proteína animal e possui um portfólio geograficamente diversificado, possa gerar estabilidade nas suas margens. “Se trata de um fluxo de caixa livre sólido, fortes dividendos e recompra de ações”, afirma.

De acordo com o Banco Santander, embora as margens de lucro da BRF possam melhorar em 2022, apesar da incerteza na alocação de capital, o potencial de alta da Marfrig está limitado às suas ações, devido à queda nas margens de lucro e os altos múltiplos, além de não especificaram um preço-alvo.

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Agronegócio

Mapfre registra R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola

A seguradora espera repetir esse número em 2022 com milho, trigo e café

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Reforma tributária do agronegócio prevê imposto de 25%

Devido à quebra da segunda safra de milho, e pelo aumento do risco com a elevação das cotações ao longo do ano, a seguradora espanhola Mapfre registrou R$ 300 milhões em prêmios com seguro agrícola entre os meses de janeiro a outubro. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o resultado apurado registrou aumento de 100%.

Mesmo sendo a cultura mais abrangente do agronegócio brasileiro, a soja não sofreu queda de safra, registrando participação de 45% do total. Já no aumento da carteira contra sinistros de safra da Mapfre, os cereais e culturas menos representativas registraram 40%.

De acordo com as projeções da superintendente de Seguros Agrícolas, Catia Rucco Rivelles, o milho, café e trigo deverão registrar um salto quantitativo no market share em 2022.

Além disso, em relação a 2021, as perspectivas regionais do negócio da Mapfre junto aos produtores registraram grandes contratações de apólices contra intempéries. O Paraná foi o primeiro colocado, seguido pelo Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

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