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Ações, Units e ETF's

Farmacêutica Teuto pede registro de IPO

A operação, que pode movimentar mais de R$ 1 bilhão, será administrada pelo Itaú Unibanco Holding SA, Santander Brasil e outras instituições financeiras.

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Laboratório Teuto

O Laboratório Teuto Brasileiro SA solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A oferta da farmacêutica foi protocolada na noite da última sexta-feira, 19.

A operação, que pode movimentar mais de R$ 1 bilhão, será administrada pelo Itaú Unibanco Holding SA, Santander Brasil, Bradesco, JPMorgan Chase & Co, Bank of America e Goldman Sachs.

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Vale anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

O valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões

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O conselho de administração da Vale aprovou a distribuição do total de R$ 4,26 por ação (aproximadamente US$ 0,77 por ADR) na remuneração aos acionistas com relação ao desempenho da companhia no segundo semestre do ano passado.

Segundo o Valor Econômico, o valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões, equivalente a quase 85% do lucro líquido anual obtido por ela em 2020.

Vale (VALE3) anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

Vista de mina da Vale em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)

VALE: dividendos

Em termos percentuais, o dividendo distribuído representa um retorno com dividendo (dividend yield) próximo a 4,5%, quando se considera o preço de fechamento da ação da mineradora ontem, de R$ 95,71.

Conforme a empresa, a continuação da política de dividendos visa devolver aos acionistas uma parcela “relevante” da geração de caixa da companhia, em um padrão previsível e alinhado com o pilar estratégico da companhia de disciplina na alocação de capital.

Dos R$ 4,26 que serão pagos aos acionistas, R$ 3,426 por ação serão na forma de dividendos, e, portanto, isentos de Imposto de Renda, e R$ 0,835 por ação como juros sobre o capital próprio (JCP). Nesta segunda parcela incide 15% de IR na hora do recebimento.

O pagamento da remuneração ocorrerá em 15 de março e a data de corte para os detentores de ações no Brasil será o dia 4, enquanto a data de referência para quem tem recibos de ações na bolsa de Nova York o dia 8.

A partir do dia 5 de março os papéis serão negociados sem o direito a este dividendo e JCP.

3TRI20

A mineradora reportou lucro líquido de R$ 739 milhões no quarto trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 1,56 bilhão um ano antes, refletindo um histórico desempenho da unidade de ferrosos guiado por preços mais altos que foi minimizado por despesas pelo desastre de Brumadinho (MG).

Segundo a Reuters, a empresa assinou em fevereiro um acordo de R$ 37,69 bilhões para reparação de danos coletivos causados pelo rompimento de barragem da mineradora em 2019 em Brumadinho, com autoridades de Minas Gerais, encerrando ações coletivas na Justiça.

Vale: o acordo

O acordo impactou o resultado do quarto trimestre em R$ 3,872 bilhões, informou a Vale na noite de quinta-feira, ao relatar o balanço do ano 2020.

Além disso, a empresa realizou provisões adicionais para descaracterização de barragens de US$ 617 milhões.

Também afetou o resultado a realização de US$ 1,5 bilhão em baixas contábeis, principalmente relacionado a ativos de carvão e níquel.

Considerando todas as unidades da companhia, o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou US$ 4,24 bilhões entre outubro e dezembro, alta de 20% ante o mesmo período de 2019.

Veja VALE3 na Bolsa:

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BRF registra lucro líquido de R$902 mi no 4º trimestre, alta de 30%

No acumulado do ano o lucro líquido somou R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6%

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A processadora Brasil Foods (BRFS3) reportou lucro líquido de R$ 902 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 30% em relação a igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no acumulado do ano o lucro líquido somou R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6%. Já a receita líquida saltou 23,5%, para R$ 11 bilhões. No acumulado, o indicador subiu 18%, para R$ 33 bilhões.

Brasil Foods (BRFS3) reporta lucro líquido de R$902 mi no 4º tri, alta de 30%

BRF: balanço

Segundo a empresa, o Ebitda ajustado, que mede o resultado operacional, foi de R$ 5,2 bilhões em 2020, alcançando uma margem de 13,1%, evolução de 110,7% quando comparado ao início da reestruturação.

No trimestre, o Ebitda ficou em R$ 1,5 bilhão, alta de 12,3%.

Para a companhia, essa evolução é reflexo direto da solidez da governança corporativa, gestão operacional e comercial eficiente, disciplina financeira, fortalecimento da cultura da companhia e expansão da capacidade de inovação.

A empresa também evoluiu na gestão da sua dívida, saindo de uma alavancagem líquida de 5,12x em 2018, com dólar a R$ 3,80 para um índice de 2,73x com a moeda americana a R$ 5,20.

O prazo médio da dívida passou de 3 anos em 2018 para 9,9 anos em 2020. A receita em inovação no Brasil mais do que dobrou, saltando de 2,7% em 2018 para 5,6% em 2020.

BRF: Lorival Luz

CEO Global, Lorival Luz disse considerar que a companhia está fundamentada para um crescimento sustentável. “Estamos muito orgulhosos dos resultados apresentados ao término deste primeiro ciclo de transformação, pois eles reforçam a nossa disciplina e excelência para executar a estratégia, nossa capacidade de inovar e, principalmente, a força do nosso time e da nossa cultura”.

O volume de aves caiu 4%, enquanto o de suínos e outros despencou 15,8% no Brasil.

A receita líquida atingiu um número recorde de R$ 20,985 bilhões, crescimento de 20,0% em comparação com o ano de 2019.

No segmento internacional, a BRF reforçou sua expansão geográfica e fechou o ano com 44 novas habilitações.

A companhia apresentou receita líquida de R$ 17,24 bilhões, com aumento de 15,7% em relação a 2019. Já o Ebitda ajustado de R$ 2,10 bilhões caiu 9,3% no ano, e a margem ficou em 12,2% (-3,4 p.p.).

A receita líquida dos frangos Halal, destinados aos países mulçumanos, totalizou R$ 1.924 bilhão, alta de 32,1%, favorecida pela desvalorização cambial do real versus o dólar.

Veja BRFS3 na Bolsa:

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Grupo Fleury registra lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

No acumulado do ano o lucro da companhia somou R$ 257 milhões, queda de 17,7%

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Fleury (FLRY3) reporta lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

O Grupo Fleury (FLRY3) registrou lucro líquido de R$ 139,5 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 148,7% em relação a igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no acumulado do ano o lucro da companhia somou R$ 257 milhões, queda de 17,7%.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 52,8% no comparativo trimestral, para R$ 298,1 milhões, enquanto o montante anual foi de R$ 837,5 milhões, queda de 4,9% em relação a 2019.

A margem Ebitda trimestral ficou em 32,1%, alta de 5 pontos percentuais. Já no acumulado do ano houve queda, de 30,3% em 2019 para 28,2% no ano passado.

Fleury (FLRY3) reporta lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

Fleury: receitas

A receita líquida subiu 28,9% no comparativo anual, para R$ 928,2 milhões no último trimestre. No acumulado do ano, a receita do Fleury somou R$ 2,9 bilhões, avanço de 2,3%.

A receita bruta entre outubro e dezembro alcançou o recorde de R$ 1 bilhão, montante que representa alta de 28,5% em relação ao mesmo período de 2019. Já no comparativo anual, a alta foi de 2,1%, para R$ 3,2 bilhões.

A companhia afirma que a retomada do volume de atendimentos e exames eletivos se manteve em patamares elevados no quarto trimestre. O número de atendimentos orgânicos chegou a 1,6 milhão, alta de 17,6% no comparativo trimestral.

Segundo o Fleury, os números são resultado da maior realização de procedimentos eletivos e da “contínua e relevante contribuição dos testes para covid-19” realizados pela companhia.

A receita bruta dos exames de covid-19 se manteve em patamares semelhantes aos registrados no terceiro trimestre, representando 11,1% da receita bruta total da companhia.

A receita bruta orgânica nas unidades de atendimento do grupo avançou 26,2% entre os trimestres, para R$ 825,4 milhões. A maior alta registrada foi da marca Fleury, que avançou 24%, seguida pela marca a+ São Paulo, com alta de 20,9% na receita de atendimento. As marcas regionais tiveram crescimento de 28,8%, enquanto o faturamento das marcas do Rio de Janeiro avançou 17,1%.

Fleury: segmentos

O segmento de genômica registrou alta de 24,3% na receita bruta, para R$ 18,5 milhões no último trimestre. O Fleury destaca o lançamento da marca Sommos DNA, realizado em dezembro.

Os atendimentos em unidades hospitalares e laboratórios de referência, no chamado B2B, cresceram 40,7% no período, somando receita de R$ 175,1 milhões.

Os valores não repassados por planos de saúde, as chamadas glosas, avançaram 5,6% no comparativo trimestral. O montante foi de R$ 9,9 milhões, o que representa 1% da receita bruta. No quarto trimestre de 2019, o indicador era de 1,36%.

O custo dos serviços prestados cresceu 22,7% em relação ao quarto trimestre de 2019, para R$ 621,8 milhões. O custo de pessoal e serviços médicos, que somou R$ 279,3 milhões, representou 30,1% da receita líquida da companhia.

A geração de caixa operacional do Fleury cresceu 33% no comparativo trimestral, para R$ 272,3 milhões ao fim de dezembro. O nível de alavancagem, medido pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda, foi de 1,1 vez. No quarto trimestre do ano anterior, o indicador era de 0,9 vez.

Veja FLRY3 na Bolsa:

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