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Economia

Governo libera crédito de até R$ 150 mil para micro e pequenas empresas

Objetivo é disponibilizar empréstimos para donos de pequenas empresas com juros mais baixos e prazo estendido para começar a pagar.

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Donos de empresas de todo o país já podem solicitar um financiamento através da nova rodada do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O valor dos acordos pode chegar a R$ 150 mil por CNPJ.

Têm direito ao crédito cerca de 5,3 milhões de empresas. De acordo com a Receita Federal, desse total, 4,3 milhões fazem parte do Simples Nacional e 1 milhão não integram o regime simplificado.

Leia mais: Caixa Tem vai ter cartão de crédito e microcrédito de até R$ 5 mil em breve

Após sanção da lei pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no início de junho, o Pronampe agora é permanente. No geral, o programa tem como objetivo disponibilizar empréstimos para donos de pequenas empresas com juros mais baixos e prazo estendido para começar a pagar (carência).

Quem pode solicitar crédito pelo Pronampe?

A empresa precisa atender os requisitos estabelecidos pelo programa. Veja quais são eles a seguir:

  • Microempresas devem ter faturamento de até R$ 360 mil por ano;
  • Pequenas empresas devem apresentar faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões.

Outros perfis que também fazem parte da ação incluem: profissionais liberais, associações e fundações de direito privado, além de sociedades cooperativas, exceto aquelas de crédito.

Onde solicitar o crédito?

Empresas que se encaixam nessas condições podem se dirigir a um dos bancos parceiros para solicitar o empréstimo:

  1. Banco do Brasil;
  2. Caixa Econômica Federal;
  3. Banco do Nordeste;
  4. Bancos privados e estaduais;
  5. Bancos digitais e fintechs;
  6. Cooperativas de crédito;
  7. Instituições as quais compõem o Sistema de Pagamento do Brasil;
  8. Organizações da sociedade civil de interesse público de crédito.

Vale ressaltar que é necessário ter recebido um comunicado da Receita em que consta o código com letras e números para a validação dos dados junto às instituições.

Reforçando que os empréstimos seguem um teto de até R$ 150 mil, variando de empresa para empresa. Sobre as condições de pagamento, o empresário tem até 48 meses de prazo para quitar a dívida. Já as taxas de juros são de no máximo 6% mais taxa Selic, hoje a 4,25% ao ano.

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Economia

Investo lança primeiro ETF (USTK11) na B3

Portfólio da empresa, criada em Harvard, inclui centenas de emergentes

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B3

Concebida na Universidade de Harvard, Fintech a Investo festejou, nessa quinta-feira (29), o lançamento do primeiro ETF (USTK11) na B3.

Especializada no mundialmente conhecido ETF VGT (Vanguard Information Technology), a Investo exibe, em seu portfólio, centenas de empresas emergentes, com grande potencial de crescimento nos próximos anos.

VGT bilionário – Somente no mercado norte-americano, o VGT dispõe de US$ 49 bilhões sob gestão, contemplando mais de 300 empresas ianques do setor de tecnologia, a exemplo de corporações mundiais, como Apple, Microsoft, Adobe e Intel.

Na avaliação do diretor de Relacionamento da B3, Rogerio Santana, ao selecionar uma ETF referenciado no VGT, “o investidor poderá aplicar em empresas inovadoras, que integram um mercado em expansão no longo prazo no exterior”.

Entre as vantagens da modalidade, Santana aponta a possibilidade de monitorar a rentabilidade da carteira de maneira eficiente e garantir custos mais favoráveis do que investir nas ações de cada empresa isoladamente”.

No caso brasileiro, o primeiro ETF VGT na bolsa brasileira, acentua nota da B3, se destina a investidores em geral.

Investidor local – “Temos como norte tornar o brasileiro um investidor global e, por isso, optamos por começar a operação com um produto que possibilitasse o investidor ter na carteira um investimento nas maiores empresas de tecnologia do mundo, mas também nas empresas de tecnologia emergentes”, assinalou o CEO e cofundador da Investo, Cauê Mançanares.

Sobre as origens da companhia, Mançanares acentua que “a tecnologia está no nosso DNA, pois a Investo já nasceu em home office, com um time residente em diferentes estados brasileiros e também nos Estados Unidos, o que nos fez entender que estava na hora de trazer um ETF com foco em empresas que fizeram esse período delicado da nossa sociedade um pouco mais possível para as pessoas”, concluiu.

 

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Bancos

Em janeiro de 2022, Méliuz lançará seu banco digital; saiba mais sobre a novidade

Serão disponibilizados diversos serviços com opções, como cartão de débito e crédito, seguros e investimentos.

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Vem aí mais uma novidade em serviços financeiros em 2022. A Méliuz anunciou a data que pretende lançar o seu banco digital: janeiro do próximo isso. Trata-se de um novo aplicativo que funcionará com uma conta digital completa.

Serão disponibilizados diversos serviços com opções como cartão de débito e crédito, seguros e investimentos. Além de pagamentos de salários, emissão de boletos, PIX, até crédito, seguros e investimentos.

Leia Mais: Cinco melhores bancos para contratar empréstimo online

Incialmente a oferta envolverá parceiros, mas a Méliuz disponibilizará para os seus clientes produtos inéditos e próprios da marca, para atender os seus mais de 16 milhões de usuários – sendo deste universo sete milhões deles ativos.

meliuz

A empresa adiantou que todos os serviços financeiros estarão diretamente ligados à capacidade de gerar vendas aos lojistas no mundo físico e online.

Saiba mais sobre a Méliluz

Fundada, em 2011, a Méliuz focou na área de cashback e cupons de descontos, estabelecendo relação com varejistas de marcas conhecidas no mercado como Magazine Luiza, Americanas.com, Submarino, Netshoes e muitas outras. A companhia funciona com i, um canal de vendas que leva tráfego a sites de diversos e-commerces.

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Economia

Decisão chinesa de reduzir produção derruba minério de ferro

Queda da commodity em contratos futuros já supera 7%

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Crédito: Exame

Atingido em cheio pela decisão do governo da China de reduzir a produção de aço, o preço do minério de ferro naquele mercado asiático já acumula perdas superiores a 7%, apontam agências internacionais.

Como justificativa oficial para a medida, o ‘esforço’ chinês pela descarbonização, ou seja, a redução da demanda doméstica pelo material de construção e manufatura.

Reflexo disso, a commodity fechou em queda de 8,1%, a 1.027 iuanes (US$ 158,95 por tonelada), acumulando perda mensal próxima a 8% – a maior, desde fevereiro de 2020 – na bolsa de Dalian fechou. Já na bolsa de Cingapura, as perdas somavam 7,7%,

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