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Governo tem canal para reclamações de instabilidade em rede social

Entre as reclamações mais frequentes estão a utilização de perfis falsos que utilizam dados pessoais e compartilhamento de dados não autorizado.

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As reclamações de usuários de redes sociais aumentaram 300% no Brasil. Os dados são da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Entre as relações estão casos em que figuram o Facebook e o Instagram. Conteúdos excluídos, banimentos, instabilidade, fraudes e vazamento de dados estão entre as reclamações.

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Reclamações

As queixas são registradas diretamente na plataforma consumidor.gov.br. Entre as mais frequentes estão a de utilização de perfis falsos que utilizam dados pessoais. Além desta, o compartilhamento de dados não autorizado e cobranças indevidas também geram polêmica.

Após registrar a reclamação formal em algum órgão de defesa do consumidor, o caso passa para as autoridades. Elas notificam a empresa, que tem até 30 dias para se manifestar. De acordo com a Senacon, 80% dos casos são resolvidos dessa forma.

Vale destacar que só no Brasil forma registrados 150 milhões de usuários em redes sociais. É como dizer que 70% da população brasileira encontra-se ativa nas redes. Claro que neste número estão inclusos perfis falsos, por exemplo.

Instabilidade

Recentemente, o Fecebook sofreu com instabilidade em seus serviços. Instagram e WhatsApp, que pertencem à mesma empresa, ficaram fora do ar. Foram mais de 6 horas com o serviço suspenso.

O caso não afetou apenas os cidadãos que buscam entretenimento. Diversas empresas concentram seus negócios nas redes sociais. Por isso, a instabilidade gerou prejuízo e, claro, muitas reclamações.

Notificação

O Procon de São Paulo notificou a empresa e afirmou que orientará os consumidores a prosseguirem com ações.

“O Procon-SP pretende identificar as causas da pane geral e punir as empresas com multas superiores a R$ 10 milhões, salvo se houver justificativa de evento fortuito, externo e incontrolável, e assim fixar responsabilidades para futuras ações individuais reparatórias”. Foi o que disse o diretor do Procon-SP, Fernando Capez.

Para se ter uma ideia do impacto causado pela instabilidade, a Nasdaq foi afetada. Ela é a bolsa de valores dedicada ao mercado tecnológico. As falhas do Facebook acarretaram perdas na ordem de US$ 50 bilhões.

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