Conecte-se conosco

Finanças

Nubank disponibiliza cartão de crédito para adicionar limite a novos clientes

Banco digital tem cartão de crédito sem limite pré-aprovado que possibilita o próprio usuário escolher quanto pode gastar.

Publicado

em

Cartão Nubank

O Nubank criou um cartão de crédito que não vem com limite pré-aprovado. Para usar o produto, o cliente precisa transferir valores de sua conta digital para o limite do cartão. Isso possibilita que o banco tenha uma espécie de garantia do pagamento e não corra tantos riscos.

Leia mais: Quanto rende R$ 1.000 na conta do Nubank após alta na Selic?

O lançamento da novidade em fevereiro deste ano gerou um certo burburinho de usuários que não entenderam seu motivo. Segundo o banco, o objetivo é criar um relacionamento com clientes que não tenham um bom histórico financeiro para, no futuro, facilitar a aprovação de um cartão tradicional.

A partir de agora, quem já tem limite pré-aprovado também pode usar parte do saldo de sua conta do Nubank para aumentar o limite do cartão de crédito. Essa função é excelente para quem dispõe de pouco crédito e quer gastar mais.

Como funciona?

Por exemplo: ao transferir R$ 200 da sua conta para o cartão, o cliente pode fazer compras no crédito. Caso utilize somente R$ 100, pode transferir novamente o restante para a conta e resgatar quando quiser. Os outros R$ 100 comprometidos voltam a ficar disponíveis após o pagamento da fatura.

O valor não é descontado automaticamente na data do vencimento, o que significa que o usuário precisa quitar a fatura para ter o limite liberado novamente. É possível fazer quantas transferências quiser.

Como adicionar limite?

É bem fácil colocar limite no seu cartão Nubank. Veja o passo a passo:

  • Abra o app do Nubank;
  • Clique em “Ajustar limite”;
  • Aperte em “Adicionar limite”;
  • Insira o valor que quer transferir da sua conta para o limite do seu cartão de crédito;
  • Leia os termos e condições e confirme;
  • Digite a senha de 4 dígitos.

Depois disso é só começar a usar. O cartão é aceito nas mesmas lojas em que produto tradicional do Nubank passa, sejam elas nacionais ou internacionais.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Finanças

Nubank é acusado de inflar receita com ajuda da Mastercard; Entenda

Empresas de maquininhas afirmam fintech cobra o dobro do valor de tarifas no cartão pré-pago em comparação às transações no débito.

Publicado

em

A Getnet, do Santander, bem como outras empresas adquirentes, também conhecidas como empresas de maquininhas, estão acusando o Nubank de inflar sua receita ao burlar uma regulação do Banco Central (BC) que estabelece limites nas taxas aplicadas em operações de débito.

Leia mais: Combustíveis: ICMS com valor fixo vai reduzir o preço para os consumidores?

No geral, o BC determina um limite de 0,5%, podendo chegar a 0,8% nesse tipo de operação. O caso é que o Nubank oferece aos seus usuários um cartão pré-pago que pode ser usado como cartão de débito na hora de pagar uma compra. Com isso, o banco digital cobra 1,2% por transação.

Dessa forma, a Getnet entrou na Justiça questionando esses números. A empresa, que informou possuir margem negativa com lojas e um prejuízo de cerca de R$ 62 milhões, alega que o próprio Nubank repassa ao cliente que o cartão pré-pago opera nos mesmos moldes de uma operação de débito em conta.

Em resposta à acusação, o Nubank declara que atua em conformidade com todas as regras do BC. Segundo a fintech, a ela só é permitido operar com cartão pré-pago.

Mastercard

No mesmo processo judicial, a adquirente do Santander também acusa a Mastercard de “abuso de poder econômico”. Isso porque mais da metade das operações da Getnet acontecem pela bandeira Mastercard. Entretanto, a empresa não permite que as maquininhas deixem de aceitar o cartão Nubank. O que fez com que a Getnet pedisse a revisão das cobranças, afirmando que elas não estavam corretas.

Os executivos de outras empresas de maquininhas afirmaram que, na prática, o Nubank de fato não aplica tarifas aos clientes que fazem uso do cartão e que, com ajuda da Mastercard, a fintech está inflando suas receitas ao cobrar o dobro de valores dos lojistas ao permitir o uso de um cartão pré-pago. Ou seja, mesmo com dinheiro em conta, a operação feita pelo cliente não acontece por meio de cartão de débito.

Pelas contas das empresas, o Nubank teria conquistado uma receita de R$ 400 milhões por meio de tal prática. A Stone, Cielo e Redecard estão com o mesmo problema e já tomaram providências. Há pouco tempo, o Banco Central também abriu consulta pública para mudar as tarifas de intercâmbio de cartões pré-pagos, que recentemente representavam cerca de R$ 8 bilhões em transações.

O que diz o Nubank

O Nubank publicou uma nota explicando a questão do cartão pré-pago e de débito, que pode ser lida a seguir:

“O Banco Central abriu recentemente um debate técnico sobre os cartões pré-pagos. Lamentamos que uma credenciadora (operadora de maquininha) esteja tentando desvirtuar a discussão com ameaças judiciais e falsas acusações pela imprensa –tudo com o intuito de aumentar seu próprio lucro (e do grupo econômico do qual faz parte) e tentar cercear a concorrência no setor financeiro, sem pensar nos benefícios para os consumidores.

Esclarecemos que instituições de pagamento só podem oferecer contas de pagamentos, com cartões pré-pagos. Porém, os bancos oferecem, com exclusividade, o cartão de débito de conta corrente, além dos cartões pré-pagos. As fintechs têm tido um papel importante na promoção da inclusão financeira através da expansão do cartão pré-pago. Esse modelo segue rigorosamente todas as regulações em vigor e foi o instrumento para a inclusão de cinco milhões de pessoas aos serviços bancários, com uma economia de ao menos R$ 30 bilhões em tarifas para os clientes em oito anos.”

Continue lendo

Finanças

Na ponta do lápis: Quanto rende uma aplicação de R$ 200 por mês no Tesouro Direto?

Para começar a investir na modalidade não é necessário ter altos salários. Veja como investir com pequenos valores também pode ser vantajoso.

Publicado

em

Muita gente deixa de aplicar o que ganha por acreditar que precisa de muito para investir. A crença de que só grande fortunas valem a pena o esforço deve ser abdicada, principalmente quando o mercado das finanças oferece diferentes formas de fazer o dinheiro trabalhar sozinho.

Veja também: Novo Vale Gás de R$ 100 é aprovado; Benefício começa em outubro

Em suma, a pessoa não precisa ter altos salários e uma vida financeira já estabilizada para começar a investir de forma segura. É possível fazer isso em qualquer fase da vida, inclusive no caso de quem está dando os primeiros passos na vida profissional. Uma aplicação que tem ganhado popularidade no mercado é o Tesouro Direto.

Modalidades de títulos do Tesouro Direto

O indivíduo que pensa em investir nessa aplicação pode consultar a chamada “calculadora do Tesouro Direto”. Por ela, é possível acessar todos os títulos públicos disponíveis na atualidade, entendendo melhor sua forma de rentabilidade.

Atualmente, existem três modalidades de títulos:

  • Pós-fixados: onde os juros acompanham a taxa básica de juros da economia (Selic);
  • De inflação: aqui opera o juro fixo mais IPCA, medidor da inflação oficial do país;
  • Prefixados: garante juros fixos, ou seja, a pessoa já sabe a rentabilidade no momento da compra.

Qual a rentabilidade?

Pela calculadora do Tesouro Direto, o cliente pode se informar de maneira precisa sobre a remuneração das aplicações. A partir daí, ele pode decidir da melhor forma o quanto será investido além de definir o prazo de resgate do dinheiro no futuro.

Em um exemplo que considera uma primeira aplicação no valor de R$ 1 mil, seguida por aportes mensais no valor de R$ 200, um investimento em Tesouro Direito ficaria da seguinte forma (já considerando os resgates referentes ao Imposto de Renda):

  • Tesouro Prefixado 2024: R$ 8.568;
  • Tesouro Prefixado 2026: R$ 13.555; 
  • Tesouro Selic 2026: R$ 16.601; e
  • Tesouro IPCA 2026: R$ 15.246.

Continue lendo

Finanças

Unipar e Vale pagam os melhores dividendos do mercado

Enquanto indústria química exibiu DY de 28,26%, mineradora bateu 23,55%

Publicado

em

Sinal de que a velha busca de rentabilidade sempre renova, assim também é a preferência do investidor por ações de empresas que pagam, além dos proventos, dividendos acima da média, os chamados Dividend Yelds (DY) – índice que mede a rentabilidade dos dividendos de uma empresa em relação ao preço de suas ações.

Destaque da temporada – Nesse sentido, o destaque da temporada fica para a Unipar (UNIP6), que pagou o maior volume em dividendos, nos últimos 12 meses até outubro corrente, quando a indústria química respondeu por quatro distribuições, totalizando um DY de 28,26% e R$ 8,02 em proventos.

Vale é vice – Na vice-liderança, a Vale (VALE3) distribuiu R$ 14,6 em dividendos nos últimos 12 meses, para um DY de 23,55%, bem superior aos rendimentos de títulos e demais produtos de renda fixa atrelados à Selic.

Maiores recordes – Os maiores percentuais citados podem ser considerados recordes, uma vez que, considerando a média de distribuição dos últimos cinco anos (2016 e 2020), a média de distribuição de dividendos da Unipar e Vale foi de 4,90% e 4,52%, respectivamente.

Companhias ‘cíclicas’ – Para o analista da Inversa Publicações, Nicolas Merola, essas companhias são cíclicas, ou seja, têm períodos em que ‘performam’ muito bem por determinadas situações de mercado, e períodos com desempenhos mais ‘mornos’. “São empresas que trabalham com segmentos básicos, como a parte de materiais, saneamento e energia, que são super beneficiadas por esse novo ciclo, que é o ciclo de inflação”, concluiu Merola.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS