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Serasa Limpa Nome oferece grandes descontos para quem quer acertar a vida

Pra voltar a consumir

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Renegociação de Dívidas

O Serasa Limpa Nome oferece grandes descontos para quem quer acertar a vida. Trata-se de uma promoção organizada pela empresa de consultoria e visa beneficiar as partes – tanto o devedor quanto o comércio ou serviço – resgatando um dinheiro que já era considerado perdido por meio de um acerto “diferenciado”.

Leia também: Dívida aberta caduca no SPC e Serasa após 5 anos? Posso deixar de pagar?

De acordo com, a consultoria, essa segunda edição ocorre após o sucesso da promoção ao longo de 2020. Dessa forma, durante todo o mês de julho, o brasileiro com alguma inadimplência pode aproveitar as ofertas. De acordo com a Serasa, os descontos podem chegar a R$ 12 bilhões, para um total de 14 milhões de dívidas que os brasileiros possuem.

Também disse que por conta da pandemia, o número de brasileiros com dívidas em aberto cresceu significativa. Dessa forma, o principal objetivo do programa Cenzão Limpa Nome, é combater a inadimplência no Brasil. Além disso, busca diminuir o número de brasileiros endividados.

Cobrança de dívidas

Serasa Limpa Nome

O Serasa elencou, ainda, que de acordo com o “Mapa Inadimplência no Brasil” o valor médio das dívidas dos brasileiros com CPF negativado chega a quase R$ 4 mil. A partir da ação promocional, a Serasa promete que o usuário pode negociar a sua dívida por até R$ 100, em menos de 3 minutos.

Para participar da ação Cenzão Limpa Nome, é necessário seguir o passo a passo abaixo:

Acesse o site oficial ou app da Serasa (Android | iOS);

Realize o login através do seu CPF e senha cadastrada. Caso você não tenha logina inda, faça um cadastro rápido;

Em seguida, procure pela opção “Quero negociar dívidas”ou “Consultar dívidas grátis”;

Logo após, basta consultar as ofertas disponíveis para as suas dívidas, e quite-as por até R$ 100.

Em suma, empresas como a Claro, a Oi, o Santander, o Itaú, o Bradesco, a Sky, a BV Financeira, a Riachuelo, a Vivo, a Avon, a Renner, e o Banco do Brasil, são algumas das empresas que participam do Cenzão Limpa Nome.

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Economia

Pronampe registra queda de inadimplência em agosto

Recuo foi de 0,9% em relação a julho e de 3% para igual mês de 2020

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Crédito: AIC contadores

Criado em regime de emergência, durante a pandemia, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) observou queda na inadimplência do segmento em agosto. Estudo elaborado pelo Serasa Experian aponta que o número de pequenas e médias empresas em situação de inadimplência no mês passado era de 5,33 milhões, contingente 0,9% abaixo do registrado em julho e 3% menor  do que agosto de 2020.

Socorro oportuno – Na avaliação de técnicos do Pronampe, o bom resultado reflete o ‘socorro’ prestado pelo governo federal, que destinou, no ano passado, cerca de R$ 5 bilhões para manter a liquidez de empresas em dificuldades decorrentes da crise econômica provocada pela sanitária.

Micro e pequenas – Linha de crédito concebida pelo governo federal, o Pronampe atende microempresas com faturamento anual até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Limite de 30% – Pela sistemática do programa, os empréstimos por ele concedidos podem corresponder até 30% da receita bruta anual registrada em 2019, além de atendimento a negócios em funcionamento por um período inferior a um ano, limitados à metade do capital social ou a 30% da média do faturamento mensal.

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Automobilística

Projeto de Lei visa criar CNH específica para dirigir carro automático

Condutor que fosse flagrado pilotando carro com câmbio manual receberia multa gravíssima e teria o carro apreendido. É o que determina o texto.

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Um Projeto de Lei (PL) prevê habilitação específica para condução exclusiva de carros automáticos. Dessa forma, o motorista poderia incluir essa condição na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O PL foi sugerido no Senado e aguarda a designação de um relator responsável.

Leia mais: SUV elétrico da Volvo no Brasil se assemelha a superesportivo

A proposta é de autoria do senador Eduardo Gomes (MDB-TO). De acordo com o texto, a pessoa poderia fazer a opção de dirigir apenas veículos automáticos.

Assim, o motorista com registro apenas para veículos automáticos não poderia pilotar carros com câmbio manual. Caso seja flagrado infringindo a regra, o ato acarretaria multa gravíssima e retenção do veículo. O automóvel seria liberado apenas para outro motorista com CNH própria para câmbio manual.

Alteração da Lei

O PL sugere, portanto, a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 1997). Só assim poderia ser possível a escolha de efetuar exame específico para obtenção da CNH. Contudo, o condutor poderia realizar nova prova para incluir a pilotagem de carros com câmbio manual.

Eduardo Gomes justifica que a legislação de trânsito precisa acompanhar a evolução tecnológica dos veículos. Ele assegura que o crescimento das vendas de carros com câmbio automático se dá a passos largos no Brasil.

O senador diz que esse mercado respondeu por 49% dos emplacamentos totais em 2018. No entanto, afirma o parlamentar, os exames de direção veicular são obrigatoriamente realizados em veículos com câmbio manual. É o que informou a Agência Senado.

“De fato, a condução de veículos equipados com câmbio manual requer maior destreza e habilidade, razão pela qual o Contran exige que o candidato realize as provas no modelo manual. No entanto, diante do fato de que enorme parcela dos condutores hoje dirige apenas veículos automáticos, não há razão para que o exame de direção veicular não acompanhe este cenário”, defende o senador na justificativa da matéria.

Apreciação na Câmara

Caso o texto seja aprovado pelo Senado, seguirá para avaliação da Câmara dos Deputados. Ao ser apreciados pelos parlamentares, o PL retornará para revisão dos senadores.

Se for aprovada sem alterações, a matéria seguirá para sanção presidencial. O projeto dá prazo de 180 dias, a partir da eventual sanção, para permitir que o Contran regulamente o tema. Além disso, o prazo também inclui os centros de formação de condutores, que devem se adaptar à determinação.

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Empresas

Uber exclui 1,6 mil motoristas por ‘cancelamentos excessivos’ de viagens

Empresa afirma que foram banidos apenas parceiros que “prejudicam intencionalmente o funcionamento da plataforma”.

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A Uber confirmou que baniu 1,6 mil motoristas parceiros nas últimas semanas por realizarem “cancelamentos excessivos ou para fins de fraude”. A declaração veio após uma denúncia da Amasp (Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo) de que a empresa teria excluído 15 mil trabalhadores do aplicativo.

Leia mais: Bolsonaro discute com ministro sobre como reduzir preço de combustíveis

“Foi uma exclusão sumária, o que deixou os motoristas em situação complicada. Nos termos de uso da plataforma, não há proibição à prática do cancelamento”, explicou ao G1 o presidente da Amasp, Eduardo Lima de Souza.

A empresa negou a informação e garantiu que foram banidos somente 1,6 mil profissionais. Segundo a companhia, o motivo seriam os cancelamentos excessivos, que vão contra as regras da plataforma.

“A Uber esclarece que não ‘excluiu mais de 15 mil motoristas’, como afirma a associação ouvida pela reportagem. São cerca de um milhão de motoristas e entregadores parceiros cadastrados na plataforma da Uber no Brasil, e apenas uma minoria, cerca de 0,16% do total, apresenta comportamentos que prejudicam intencionalmente o funcionamento da plataforma e atrapalham outros motoristas e usuários que apenas desejam gerar renda ou se deslocar”, afirmou em comunicado.

Reclamações

A decisão da empresa veio em resposta à diversas reclamações de usuários sobre a dificuldade de conseguir uma corrida em razão do cancelamentos recorrente. Os consumidores também estão insatisfeitos com o preço das viagens.

Os motoristas alegam que a prática visa evitar prejuízos, já que o aumento consecutivo nos preços dos combustíveis e a alta margem de lucro da Uber inviabilizam algumas corridas mais curtas.

A Uber conta atualmente com um milhão de motoristas, número muito acima dos 6 mil cadastrados quando a empresa chegou ao Brasil, há cerca de sete anos.

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