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Mercado de Trabalho

Setor de gás pode gerar 4 milhões de empregos

Além das vagas de emprego criadas ao longo de cinco anos, proposta prevê investimentos de R$ 60 bilhões, no mínimo.

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Adiado por quatro anos, Congresso ainda deve conceder passos decisivos para a abertura do mercado de gás. As discussões do projeto que definiria regras para o novo marco regulatório estavam previstas para a última quarta-feira, 26, mas a temática acabou saindo da pauta, como disse o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

“Não era hoje (a votação), continua não sendo hoje”, afirmou Maia na quarta-feira, ao ser questionado se o texto seria discutido. O parlamentar reiterou que a redação deve ser votada até, no máximo, o começo da semana que vem. 

O projeto propõe o fim do monopólio da Petrobras. Além disso, prevê a criação de aproximadamente quatro milhões de empregos no decorrer de cinco anos e investimentos de, no mínimo, R$ 60 bilhões, de acordo com o setor. A tramitação do texto, que após passar pelos deputados irá seguir para o Senado, tem sido acompanhada por companhias do segmento de óleo e gás, além da indústria pesada.  

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, argumenta que o aval do novo marco legal poderia deslanchar R$ 40 bilhões em investimentos privados. Porém, a visão não é universal, considerando que distribuidoras de gás defendem que a aplicação de investimentos na expansão da infraestrutura irá depender de demais fatores. Entre eles, estão a garantia de demanda pela disponibilidade futura de gás do pré-sal, no modo em que possibilitasse a construção de gasodutos que escoam a produção até o continente. 

Há uma articulação em andamento para conceber alterações no projeto de lei, a fim de incluir previsão de construção dessa térmicas. Porém, não dá para precisar se isso será realmente feito, afirmou fonte anônima.

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