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Veja como solicitar o cartão BNDES para MEI. Taxa de juros é de 1,05% e parcelamento em até 48 vezes

Cartão deve ser utilizado exclusivamente para gastos da empresa. Confira as vantagens e saiba como solicitar.

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Cartão BNDES para MEI

Diante do atual cenário de pandemia, as ofertas de crédito destinadas ao público Microempreendedor Individual (MEI) tiveram um aumento considerável. Por isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem se tornado uma ótima opção para o microempreendedor que busca empréstimos e cartões de crédito com taxas de juros mais baixas.

No caso do BNDES, a taxa de juros do cartão de crédito chega a 1,05% ao mês, e usuário ainda conta com a possibilidade de parcelar a fatura em até 48 vezes. 

Essa modalidade do cartão BNDES é voltada especificamente ao público MEI – empreendedores que tenham faturamento anual de até R$ 81 mil ou uma média de R$ 6.750 ao mês. Isso significa que o cartão deve ser utilizado exclusivamente para gastos da empresa. Para solicitar é necessário estar com a documentação em dia e comprovar residência fixa no país.

Processo de abertura da conta

Primeiramente, para conseguir o cartão do BNDES é necessário ter uma conta em um dos seguintes bancos: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banrisul, Banestes, Bradesco, BRDE, Caixa Econômica, Itaú, Sicoob ou Sicredi. 

Em seguida, o usuário deve acessar o site do BNDES, clicar na opção “Solicite seu Cartão” e preencher um formulário, informando o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), a Classificação nacional de Atividades Econômicas (CNAE), além de outros dados pessoais. Ao final, selecione o banco ao qual o cartão vai ser vinculado e envie a proposta. 

Após a solicitação, o MEI deve comparecer à agência do banco informada durante o processo para apresentar os seguintes documentos: 

  1. Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND) ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CPEN), expedida conjuntamente pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
  2. Certificado de Regularidade do FGTS.
  3. Comprovação de Regularidade quanto à entrega da RAIS.
  4. Declaração na qual ateste, em síntese, estar com a sua situação regularizada perante os órgãos públicos e a legislação pertinentes, conforme modelo disponível no menu “Regras” do site do Cartão BNDES.

Pode ser que a documentação citada não seja solicitada. Nesse caso, a instituição bancária escolhida pelo MEI tem o prazo de até 30 dias para fazer o envio do cartão de crédito ao endereço. 

Se a solicitação não for aprovada, é possível fazer o processo novamente utilizando outro banco (entre aqueles citados anteriormente), onde o microempreendedor possui conta corrente. 

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Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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Clientes da Caixa podem acessar portal de serviços do governo pelo aplicativo

Além da Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Banrisul e BRB também estão integrados ao Portal Gov.br.

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Caixa Econômica Federal (CEF)

Mais de 47 milhões de usuários da Caixa Econômica Federal podem acessar serviços digitais oferecidos pelo governo utilizando a mesma senha do aplicativo do banco. Os serviços são do Portal de Serviços Públicos do Governo Federal (www.gov.br). Além da União, 11 estados, 74 municípios e o Distrito Federal estão integrados à plataforma. 

Atualmente, 93 milhões de pessoas estão cadastrados no gov.br. Entre os principais serviços disponíveis estão o Meu INSS, carteira digital de trânsito, carteira de trabalho digital, saque do abono salarial e pedido de seguro-desemprego. 

Nos estados e municípios que aderiram ao Portal, o usuário pode acessar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de taxas de limpeza e de iluminação pública. 

Atualmente, o Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco e BRB disponibilizam o acesso aos serviços através dos aplicativos. Na semana passada, o Sicoob, uma instituição financeira cooperativa, também passou a oferecer acesso ao portal. 

A Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, responsável pela plataforma gov.br, indica que o acesso por meio do aplicativo é seguro. Com a integração, o governo tem acesso apenas ao nome completo, CPF, e-mail e telefone do usuário. 

Como acessar

Ao acessar sites ou aplicativos governamentais que permitam a autenticação através da opção gov.br, o usuário será redirecionado a uma tela que apresentará o item “Bancos Credenciados”. Ao acioná-lo e escolher uma das opções, o cliente será direcionado ao ambiente do sistema cooperativo, onde informará suas credenciais de acesso e receberá uma mensagem no aplicativo.

Após esse processo, o correntista deve aprovar o compartilhamento dos dados pessoais. Por fim, o usuário será direcionado ao serviço que acessou originalmente já identificado.

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Pedir e renegociar empréstimos em bancos públicos e privados ficou mais fácil

Medida provisória estabelece dispensa de apresentação de documentos para solicitar empréstimo. Confira a lista completa.

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Empréstimo - crédito

Publicada no Diário Oficial da União no dia 10 de fevereiro, a Medida Provisória 1.028/2021 facilita o pedido de empréstimos para minimizar os problemas econômicos causados pela pandemia de covid-19. 

Com a MP, instituições financeiras públicas e privadas estão dispensadas de exigirem documentos como a comprovação de quitação de tributos federais e de regularidade com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no momento de contratar ou renegociar empréstimos. A dispensa que vai até o dia 30 de junho de 2021 vale para pessoas físicas e jurídicas. 

A liberação de documentos e consultas só não poderá ser aplicada em caso de operações que têm os recursos do FGTS como fonte. Além disso, os empréstimos e renegociações não poderão ser feitos com quem possui dívida com a Seguridade Social. 

A MP também exige que os bancos públicos e privados encaminhem a relação das renegociações e contratações de operações de crédito que envolvam recursos públicos, indicando os beneficiários, valores e prazos envolvidos. Os documentos devem ser enviados à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Confira a lista de documentos que estão dispensados nas solicitações de empréstimo:

  • Comprovação de quitação de tributos federais;
  • Certidão negativa de inscrição na dívida ativa da União;
  • Certidão de quitação eleitoral;
  • Comprovante de regularidade com FGTS;
  • Comprovante de regularidade na entrega da Relação Anual de Informações Sociais (Rais);
  • Comprovação de pagamento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) (para tomadores de empréstimo rural);

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