Economia
Atividades culturais apresentam frequência bem mais baixa que antes da pandemia
Mesmo com o fim das medidas de proteção contra a Covid-19, 62% da população brasileira ainda não frequenta atividades de cultura como antes da pandemia.
Mesmo com o fim das medidas de proteção contra a Covid-19, 62% da população brasileira ainda não frequenta atividades de cultura na mesma frequência que antes da pandemia. Os dados foram divulgados pelo Itaú Cultural.
O levantamento mostrou 12% das pessoas estão fazendo atividades com mais frequência do que antes, e 26% continuam com a mesma frequência. Foram 2.240 pessoas entrevistadas pelo Data Folha, cujo a idade estava entre 16 e 65 anos.
Entre as atividades mais frequentadas pós pandemia pela população está o cinema, com 26%. Porém, antes da pandemia, o número de pessoas que frequentavam cinemas era de 59%. Apresentações de música, teatro ou dança somou 18% das respostas, que antes da pandemia tinha um porcentual de 38%.
Já as atividades virtuais estão sendo feitas pela maioria das pessoas, sendo que 80% ouviu música pela internet, 70% assistiu filmes e séries, e 42% ouviram podcasts. O percentual de pessoas que responderam que jogam jogos eletrônicos ficou em 39%. O tempo diário gasto nestas atividades teve uma média de 2 horas e 56 minutos.
Mas para Eduardo Saron, que é diretor do Itaú Cultural, essas atividades online vão seguir sendo feitas mesmo com a retomada do presencial, pois já faz parte da rotina de muitos brasileiros. Mas para ele, isso pode se tornar um desafio para as instituições culturais recuperarem seu público, e para isso é preciso inovação.
Nesse sentido, tanto as instituições que oferecem atividades presenciais, quanto as atividades online tiveram que se adaptar. “Se no momento da pandemia as pessoas tinham tolerância de um som mais comprometido, uma imagem mais turva ou craquelada, hoje, naturalmente, o público pede que a gente aumente essa régua”.
A pesquisa mostrou também que 49% dos participantes apresentaram algum problema de saúde mental durante a pandemia, e 53% afirmou que as atividades online tiveram efeito benéfico na redução do stress e ansiedade. Além disso, 54% respondeu que estas atividades os deixaram menos solitários e 48% disseram que elas aumentaram sua qualidade de vida.

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