Economia
Futuras decisões de Haddad preocupam presidente do Banco Central
Durante a apresentação do Relatório Trimestral da Inflação o presidente do Banco Central alertou sobre possíveis decisões do novo governo.
Recentemente, Fernando Haddad foi nomeado, por Lula, para ser o novo ministro da Fazenda, com isso, ele já vem comentando sobre algumas propostas e planos para a gestão. Uma delas é sobre a política de juros do Banco Central (BC).
A indicação do novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, causou certa preocupação em Roberto Campos Neto, o Presidente do BC, isso foi passado em uma reunião com Haddad na última semana.
A preocupação se deve ao estímulo de crédito com subsídio de taxas, que aconteceu no governo Dilma, onde bilhões de reais foram gastos pelo Tesouro Nacional, e que até agora não foram recuperados por completo.
Mercadante negou que seguirá esse tipo de caminho, porém, Isaac Sidney, que é presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), disse que será, sim, este caminho.
De acordo com Haddad, é preciso defender a política de crédito para o crescimento do Brasil, porém, ele diz que é preciso fazer isso com responsabilidade fiscal.
No último dia 15, foi apresentado o último Relatório Trimestral de Inflação do ano, onde Campos Neto comentou sobre sua preocupação. Além disso, no panorama completo de inflação do país o BC deu algumas considerações sobre as políticas fiscais.
Uma das maiores preocupações apresentadas pelo BC é o aumento dos gastos públicos, que podem ocasionar em um aumento dos juros, como a taxa Selic, que pode vir aumentar se algo sair do esperado.
O aumento de gastos projetado por Campos Neto gira em torno de R$ 130 bilhões no próximo ano, o que é menor que o valor proposto na PEC da Transição que já foi aprovada pelo Senado e aguarda votação da Câmara dos Deputados,
Isso pode acarretar em algumas dificuldades para o governo que está prestes a assumir, já que a projeção o valor proposto na PEC era de R$ 168 bilhões Ele considerou os R$ 130 milhões para fazer sua projeção de juros e, se aprovada a PEC, pode acabar dando resultados diferentes.
O próximo ano deve trazer diversas mudanças para o cenário econômico, principalmente entre a relação das lideranças financeiras. O esperado é que essa diferença não afete a concessão pública de forma negativa.

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