Economia
Ministra garante reajuste de salário para servidores federais em abril; Confira
Reajuste deve compensar um pouco da defasagem dos últimos anos, porém não deve ser o valor completo. Entenda.
Boa notícia para os servidores federais! O governo está com um plano de aumento de salário para os próximos meses para tentar compensar um pouco a defasagem que se acumulou no anterior governo.
A defasagem foi de 35%, porém, de acordo com a ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, o governo não conseguirá compensar todo o percentual, embora afirme que os servidores mereçam ser recompensados pela perda.
O aumento deve chegar em abril deste ano e está previsto para ser de 9%. Discute-se também se terá alguma alteração no vale-alimentação dos servidores. O valor baixo do aumento se deve à verba preestabelecida de R$ 11,2 bilhões, que é o previsto para esse tipo de gasto este ano.
Além disso, a ministra também comentou sobre novas contratações, já que há uma necessidade para cargos importantes dentro do governo. Para isso, uma mudança nos instrumentos de seleção e avaliação dos servidores deve acontecer.
De acordo com Esther, o teto de salário será respeitado para cada área, e o governo adotará medidas para que ele não seja ultrapassado. “A lógica é que todo mundo estivesse dentro do teto. Se alguém não está, tem alguma coisa errada na regulamentação dessa lei”, explica ela.
No ano seguinte, dependendo da geração de valores a partir do investimento maior do governo com o aumento de salários, o orçamento poderá ser de R$ 16 bilhões.
Ao ser perguntada sobre o salário do funcionalismo, que não cresce desde 2017, a ministra afirmou que, dessa vez, o aumento deve ser mais linear, e a diferença deve vir em benefícios como o vale-alimentação, que tem uma diferença de quase R$ 1.400 mensais para o executivo. Mas ainda não se tomou uma decisão.
Segundo ela, este é um momento de recuperação, em que muitos cargos devem ser preenchidos, e só a partir do próximo ano se pode pensar em um percentual maior de aumento, já que neste orçamento deve ser levado em conta as novas contratações. De acordo com ela:
“Não adianta forçar, repor todo o salário e não conseguir contratar ninguém. As carreiras estão defasadas. A partir de 2017, o saldo de contratações passa a ser negativo todos os anos. Isso comprometeu muitas áreas, então é mais importante olhar o todo.”

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