Política
Ministro Haddad fala sobre o rombo das Americanas em evento do BTG; saiba mais
Haddad não teve receio de falar sobre o rombo de R$ 20 bilhões da Americanas e criticou atitude da empresa. Confira.
Há semanas o assunto mais comentado no país tem sido o rombo encontrado nas finanças da Americanas. Em meio à tentativa de recuperação da empresa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou a criticar suas manobras contábeis.
Em um evento que participou na última quarta-feira (15), do banco BTG, que foi um dos prejudicados pela manobra da Americanas, ele soltou uma crítica à empresa ao comentar uma conversa que teve com o sócio do BTG, André Esteves:
“O André um dia falou pra mim assim: ‘estou com um problema microeconômico’, e eu disse: ‘não, nós estamos com um problema macroeconômico, porque é 0,5% do PIB.’”
De acordo com ele, a empresa deveria encontrar uma solução para resolver a dívida que deixou com 16 mil credores. Só o BTG possui, por cima, R$ 1,2 bilhão para receber da companhia.
Mesmo não tendo citado os nomes dos acionistas de referência da empresa, o ministro formou críticas sobre o trio Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Nenhum dos três se manifestou logo em seguida do anúncio do rombo, e ainda se eximiram da responsabilidade pela dívida.
Segundo eles, as manobras utilizadas que ocasionaram a perda de R$ 20 bilhões da empresa não eram de seus conhecimentos. De acordo com Haddad, a dívida só veio à tona devido ao aumento da taxa de juros, caso contrário, a situação continuaria por mais algum tempo. Haddad questionou:
“Agora foi um problema de fraude, mas e daqui um mês, dois meses, seis meses? Será que aquele que se comportou bonitinho, que pagou seus fornecedores, que registrou suas dívidas vai suportar os juros altos?“
No mesmo evento, Haddad também falou sobre Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, com o qual Lula teve uma certa briga. Isso porque os juros da instituição chegaram a 13,75% no ano da autonomia.
Ao falar de Campos Neto, Haddad manteve o equilíbrio de opinião, primeiro dizendo que a autoridade se deixou levar pelo ruido contaminado e pelas expectativas, mas depois assumiu que o ministério e o BC trocam muitas conversas. Ele também disse que precisa governar com tranquilidade e que a comunicação sempre existirá.
Campos Neto também comentou sobre o novo governo, dizendo que era preciso dar um voto de confiança para o PT, já que o governo está começando agora.

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