Economia
Oi, sumida! Por que a nota de R$ 200 quase nunca é vista circulando? Entenda
Você já recebeu uma nota de R$ 200? Se sim, foram muitas vezes? Pois a maioria da população nunca viu uma na frente. Entenda o motivo.
Há pouco mais de dois anos, foi lançada a nota de R$ 200 pelo Banco Central, em meio a certa polêmica. O lote que entrou em circulação tinha cerca de 603 mil notas, porém, até hoje, a cédula é pouco vista pela população.
Diante do comentário de diversas pessoas que nunca tinham encontrado um exemplar deste, o R7 resolveu ir até às ruas de São Paulo para perguntar aos cidadãos se eles já haviam tido contato com uma delas.
O resultado foi de acordo com o esperado, pouquíssimas pessoas já haviam recebido uma nota de R$ 200. Quem recebeu, pode contar nos dedos as vezes que segurou uma em mãos.
Matheus Uno, que foi um dos entrevistados, disse que recebeu a nota cerca de três vezes e associa esse encontro difícil às tecnologias financeiras que a população tem acesso hoje.
“Acho que dinheiro, hoje em dia, não funciona tão bem quanto antes. A gente tem vários recursos para usar no celular, que é o caso do Pix. Principalmente quando o valor é alto, você não se sente seguro para andar com dinheiro em espécie na rua não”, disse ele, que é analista de negócios.
De acordo com o Banco Central, a utilização da nota está acontecendo de modo normal e que, em breve, terá uma nova emissão. A instituição conta que toda tiragem nova acontece de forma gradual, quando há necessidade de introdução.
Porém, segundo o professor de economia do Mackenzie, Josilmar Cordenonssi, a quantidade de cédulas de R$ 200 teve circulação aumentada nos últimos anos, carca de 30%. Mas elas são apenas 1,6% de todas as notas disponíveis no país.
Hoje, pouco mais de 120 milhões de notas de R$ 200 circulam pelo país e, de acordo com o professor, uma das hipóteses de as notas não chegarem as mãos dos cidadãos, deve-se a falta de segurança da população para sair com elas na rua, já que se trata de um valor alto.
A justificativa do Banco Central para a criação da nota de R$ 200 foi o aumento da procura por dinheiro em espécie durante a pandemia, em diversos países, tanto que houve um aumento de quase R$ 100 bilhões em circulação no país em um período de cinco meses.
“Vivemos um momento singular, que trouxe um aumento expressivo da demanda da sociedade por dinheiro em espécie. Não exclusivamente do nosso país.
Em momentos de incerteza, é natural que as pessoas busquem reservas em dinheiro como garantia”, disse o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na época.

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