Commodities
Corte de produção anunciado pela Opep+ mantém petróleo em alta
Encerrando semana curta, sessão de quinta (6) teve alta de 0,11% do tipo WTI e de 0,15% do Brent
O anúncio de corte de produção, por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) contribuiu para sustentar, ao longo dessa semana, os ganhos dos contratos futuros de petróleo, que fecharam em leve alta, na quinta-feira (6), numa semana mais curta, por conta do feriado da Semana Santa.
O comunicado da organização fez com que o petróleo tipo WTI (EUA) para maio encerrasse a sessão em alta de 0,11% (US$ 0,09), a US$ 80,70 o barril, na New York Mercantile Exchange, ao passo que o Brent (referência internacional) para junho, valorizou 0,15% (+US$ 0,13) a US$ 85,12 o barril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana anterior, as altas foram de 6,64% e 6,54%, respectivamente.
Em relatório recente, o Credit Suisse previu que o preço da commodity, no segundo trimestre deste ano, deverá se reduzir, de US$ 85 para US$ 80 o barril, embora a instituição tenha mantido suas projeções no médio e longo prazos.
Na visão do analista da Oanda, Edward Moya, os investidores de energia estão em uma “ressaca” após a decisão da Opep+, mantendo os preços do petróleo ‘ancorados’, ao acrescentar que o otimismo que envolve o cenário de recuperação da China pode contribuir para elevar os preços em mais de US$ 5, caso se confirme um crescimento econômico mais vigoroso. “Parece que o petróleo WTI não vai sair do nível de US$ 80 o barril, mesmo com as manchetes sugerindo que a economia dos EUA está enfraquecendo rapidamente”, avalia.
Paralelamente, há o efeito da divulgação do relatório do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, dando conta de que os pedidos de auxílio-desemprego, na semana encerrada em 1º de abril, tiveram queda de 18 mil, perfazendo 228 mil, embora a retificação dos dados da semana anterior – que apontou alta dos pedidos, dos 198 mil iniciais, para 246 mil – teria reacendido o temor de enfraquecimento do mercado de trabalho ianque.
Criticados por Washington, países produtores da organização, entre eles, Arábia Saudita, Iraque e vários outros países do Golfo decidiram, unilateralmente, cortar a oferta do insumo energético em 1 milhão de barris de petróleo por dia, sem contar a Rússia, que pretende estender seu corte em meio milhão de barris por dia até o final deste ano.

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