Commodities
Inflação dos EUA desacelera e alimenta segunda alta seguida do petróleo
Enquanto o tipo WTI avançou 2,12% (US$ 83,26), o Brent (referência mundial) subiu 2,01% (US$ 87,33)
A exemplo do Brasil, a inflação ianque em processo de desaceleração deu novo impulso às cotações do petróleo, que subiram pelo segundo dia seguido, com valorização de 2%, nesta quarta-feira (12), tendência reforçada por dados semanais que dão conta de que a reserva estratégica da commodity e derivados, por parte do governo dos EUA, apresenta estoques reduzidos.
Como reflexo desses fatores, o barril do petróleo WTI – referência estadunidense – com vencimento para maio próximo, teve alta de 2,12%, indo a US$ 83,26, ao passo que a referência mundial, o tipo Brent para junho avançou 2,01%, passando a valer US$ 87,33.
A trajetória de valorização da commodity está diretamente associada aos dados mais recentes sobre o comportamento inflacionário na terra do Tio Sam, onde o CPI local (Índice de Preços ao Consumidor de lá) apresentou alta de 0,1%, na passagem de fevereiro para março deste ano, e de 5% na comparação anual, resultados, em ambos os casos, 0,1 ponto percentual (p.p.) abaixo da expectativa de analistas.
Outra explicação é que o recuo do indicador inflacionário dos EUA acabou enfraquecendo o dólar, fortaleceu ativos de risco, como o insumo energético, além de abrir margem para que o bc daquele país (Federal Reserve – Fed) adote um aperto monetário menor do que o esperado.
Também favoreceu a commodity o fato de que as reservas de gasolina da pátria estrelada se reduziram, assim como os estoques de petróleo de Cushing, no estado americano do Oklahoma, o que sugere uma forte demanda e maior aperto, pelo lado de oferta, observa o analista-sênior de mercados da Oanda, Edward Moya.
Ao mesmo tempo, também houve retração de 1,6 milhão de barris da reserva estratégica de petróleo do governo dos EUA, que passaram a contar com 369,575 milhões de barris. De igual forma, os contratos futuros da commodity foram ‘turbinados’ por declarações da secretária de Energia dos EUA, Jennifer Holm, de que serão retomados os níveis da reserva estratégica, anteriores à Guerra da Ucrânia.

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