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Petrobras (PETR4): Fitch avalia que nova estratégia é vulnerável
Trata-se de agência de classificação de risco.
A nova estratégia comercial da Petrobras (PETR4), em substituição ao PPI, levanta preocupações em relação a implementação de decisões políticas adicionais, podendo se refletir em uma deterioração do fluxo de caixa e métricas financeiras da companhia.
A opinião é da Fitch, que considera a nova estratégia “menos transparente do que sua política anterior de paridade de importação”. Apesar disso, a nova política não deve impactar materialmente o perfil de crédito da estatal. Para a agência de classificação de riscos, a Petrobras continuará a ter fluxo de caixa positivo.
Vale lembrar que no dia 15 de maio de 2023 a Diretoria Executiva da Petrobras aprovou sua estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina. A nova política encerra a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.
A partir de agora, as referências de mercado serão o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal para a Petrobras. A informação é da Agência Brasil.
Segundo a empresa, o custo alternativo do cliente contempla alternativas de suprimento por fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o custo marginal da Petrobras se baseia no custo das diversas alternativas para a empresa, entre elas a produção, importação e exportação do produto.
Petrobras (PETR4): nova política de preços
As premissas, segundo a estatal, são preços competitivos por polo de venda, participação “ótima” da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.
“Nosso modelo vai considerar a participação da Petrobras e o preço competitivo em cada mercado e região, a otimização dos nossos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável”, afirmou o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, segundo nota divulgada pela empresa.
Os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros.
“A precificação competitiva mantém também um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no Planejamento Estratégico. A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com a sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado, ao passo que entrega aos seus clientes maior previsibilidade por meio da contenção de picos súbitos de volatilidade”, diz a nota.
As decisões sobre os preços continuam sendo subordinadas ao Grupo Executivo de Mercado e Preço, composto pelo presidente da empresa, Jean Paul Prates, pelo diretor executivo de Logística, Comercialização e Mercados e pelo diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.

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