Agronegócio
PIB do primeiro trimestre deve crescer entre 1% e 3%
Projeção ‘elástica’ de analistas para a economia no 1T23 se deve a forte desempenho do agronegócio
Às vésperas da divulgação, prevista para amanhã (1º) pelo IBGE, do Produto Interno Bruto (PIB) referente ao primeiro trimestre do ano (1T23), o maior consenso de especialistas é de que o setor de agronegócio deverá contribuir de forma muito expressiva com o resultado geral.
Segundo projeções elaboradas por bancos e instituições de investimento, a expansão do PIB, no período mencionado deverá ficar no intervalo elástico de 1% a 3%, com viés mais para o teto dessa margem, levando em conta dados já conhecidos sobre o avanço da produção industrial, vendas no varejo e do volume de serviços, nos últimos meses.
Apesar do prognóstico positivo, o entendimento de especialistas é de que a atividade econômica tende a perder força, ao longo do ano, a depender do desempenho dos investimentos e do consumo das famílias, nesse período.
Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, levando em conta os últimos dados do IBC-BR (prévia do PIB) – que cresceu 2,41% no 1T23, pelo comparativo mensal, segundo o Banco Central (BC) – a economia nacional deve crescer, no primeiro terço deste ano, cerca de 1,4%, em relação ao trimestre anterior e 2,9%, ante igual período de 2022. Para 2023, ele estima um avanço não superior a 1,4%.
“Nossa atenção será voltada para os resultados pela ótica da demanda, pois será importante avaliar como os investimentos estão se comportando na margem após as eleições, bem como no interanual para medir o efeito ‘juros altos’”, condiciona o economista-chefe da Austin.
Ao mesmo tempo, Agostini entende que é necessário observar ‘como vai se comportar o consumo das famílias’, visto que os indicadores recentes do mercado de trabalho apresentaram com certa resiliência (continuidade de expansão) diante do cenário de política monetária restritiva (manutenção de juros elevados pelo BC). Nesse sentido, ele lembra que os dados sobre o desemprego, no trimestre encerrado em abril (8,5%), apresentaram estabilidade, ante o trimestre anterior, fechado em março (8,8%).
Para o segundo semestre, Agostini manifesta a expectativa de ‘surpresas positivas’ para o agronegócio, mediante a recuperação da economia da China, maior mercado importador de produtos primário do país. “Já as surpresas negativas podem surgir de uma desaceleração mais acentuada na economia dos EUA e da Europa que, aliás, já começam a incorporar previsões de recessão em 2024”, arrematou.

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