Economia
IPC-S apresenta variação zero na primeira quadrissemana de junho
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicador agora acumula alta de 2,32% em 12 meses
Depois de subir apenas 0,08% no final de maio, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve variação zero na primeira quadrissemana de junho, divulgou, nesta segunda-feira (12), a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao computar variação positiva de 2,32% do indicador em 12 meses, inferior à alta de 3,01%, acumulada na quarta quadrissemana do mês passado.
Das oito classes de despesas componentes do indicador, seis desaceleraram no período, no mesmo comparativo, com maior influência da deflação do grupo Transportes (-0,22% para -0,79%), resultante do avanço deflacionário da gasolina (-1,97% para -3,09%).
No mesmo viés negativo ficaram os grupos Alimentação (0,41% para 0,11%), com maior peso da deflação das hortaliças e legumes (2,19% para -0,54%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,73% para 0,55%), sob influência de artigos de higiene e cuidado pessoal (0,74% para 0,39%); Comunicação (0,22% para -0,11%), em decorrência da deflação da tarifa de telefone móvel (0,62% para -0,36%); Despesas Diversas (0,94% para 0,76%), com o recuo do jogo lotérico (11,77% para 8,61%) e Vestuário (0,46% para 0,40%), decorrente do recuo de roupas femininas (0,56% para 0,24%).
No plano inflacionário, a FGV observou avanços nos grupos Educação, Leitura e Recreação (-3,37% para -2,11%), sob influência das passagens aéreas, de -17,91% para -13,23%, e Habitação (0,85% para 0,89%), com o crescimento percentual da taxa de água e esgoto residencial (2,58% para 3,24%).
Também pesaram no indicador, as variações negativas do óleo de soja (-8,14% para -9,28%), xampu, condicionador e creme (-1,85% para 2,96%) e etanol (0,41% para -2,72%), ao passo que subiram: tarifa de eletricidade residencial (1,28% para 1,43%), plano e seguro de saúde, e condomínio residencial (1,22% para 1,24%).
A trajetória declinante do IPC-S, na verdade, vem se acentuando desde o início do mês passado, em que o indicador caiu de 0,60%, na segunda quadrissemana de maio, para 0,45% na terceira quadrissemana. Na ocasião, seis das oito classes de despesa do índice registraram queda de variação, com destaque, mais uma vez, para o recuo do grupo Transportes, com que passou de uma inflação de 0,50%, na terceira quadrissemana do mês passado, para uma deflação de 0,22% na quarta quadrissemana, puxado pela variação do item gasolina, de -1,97% para -0,26%, em igual comparativo.

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