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Após subirem 0,8% em março, vendas do varejo recuam para 0,1%
Receita do setor se aproxima de variação neutra, segundo pesquisa mensal do comércio (PMC)
Após apresentar altas de 3,8% e de 0,8%, em janeiro e março, respectivamente, o volume de vendas do comércio varejista ficou próximo da estabilidade, ao crescer apenas 0,1% em abril último, conformem atestam dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada, nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já pelo critério de média móvel trimestral, o varejo aumentou 0,3%, em relação a março; subiu 0,5%, no comparativo anual; teve elevação de 1,9% ante o primeiro quadrimestre de 2022 e avançou 0,9% no período de 12 meses.
Pelo conceito nominal, a receita do setor ‘encolheu’ 0,2% de março para abril, embora tenha exibido alta de 2,4%, se confrontado com abril do ano passado. No ano, este variou +6,9% e de +11% no acumulado de 12 meses.
Em comparação com o mês anterior, abril registrou alta em apenas três das oito atividades pesquisadas pelo IBGE: supermercados, alimentos, bebidas e fumo (3,2%), livros, jornais, revistas e papelaria (1%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,3%).
A maior influência no ‘discreto’ crescimento varejista do mês passado partiu do setor de supermercados e alimentos, que teve variação positiva expressiva (10,5%), em decorrência das vendas por ocasião da Páscoa deste ano, que se concentraram em abril, a exemplo do que já ocorria antes da pandemia.
Pelo lado da queda, cinco atividades registraram recuo de vendas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-7,2%), tecidos, vestuário e calçados (-3,7%), combustíveis e lubrificantes (-1,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e móveis e eletrodomésticos (-0,5%).
De acordo com o pesquisador do IBGE Cristiano Santos, “houve influências negativas nessa passagem de março para abril, como o crédito à pessoa física, que teve variação para baixo de quase 10%, os indicadores de massa de rendimento real também tiveram variação para baixo, de 0,7%, e o número de pessoas ocupadas que caiu um pouco”.
Pelo viés positivo, Santos aponta a redução da inflação, que “vem perdendo ritmo ao longo do tempo. O índice geral caiu de 4,65% para 4,18% na passagem de março para abril, sobretudo a alimentação no domicílio”.

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