Curiosidades
Na palma do indígena: Qual o mistério escondido na pintura antiga?
Você já reparou que em algumas pinturas antigas aparecem objetos que se assemelham muito com coisas modernas demais para a época em que foram feitas? Um exemplo disso é a obra “Sr. Pynchon e a colonização de Springfield”, do artista italiano Umberto Romano, que mostra um indígena segurando algo que parece muito um celular.
A pintura foi feita em 1937 e retrata a história da fundação da cidade de Springfield, nos Estados Unidos, ainda no século XVII. O Sr. Pynchon do título é, na verdade, uma representação de William Pynchon, um colono britânico que foi um dos fundadores da cidade e um negociante de peles. Ele aparece na tela com um terno rosa.
O que o indígena está segurando?
Hoje em dia, quando olhamos para a imagem acima, imediatamente associamos a um celular. Mas como isso seria possível, já que o quadro foi pintado bem antes da invenção do aparelho, o que aconteceria apenas em 1973, mais de três décadas de distância da imagem.
Outro fato curioso é como o indígena o segura, com o polegar na frente, como se realmente estivesse mexendo em alguma tela sensível ao toque. A expressão de surpresa no rosto também contribui para a ideia de que ele está vendo algo impressionante no “aparelho”.
Outro fato curioso é como o indígena o segura, com o polegar na frente, como se realmente estivesse mexendo em alguma tela sensível ao toque. A expressão de surpresa no rosto também contribui para a ideia de que ele está vendo algo impressionante no “aparelho”.
Essa cena intrigante levou algumas pessoas a especularem que se trata de uma prova de que viagens no tempo existem, como se o indígena fosse um viajante do futuro, que trouxe consigo um celular para o passado. Essa teoria da conspiração chegou a ganhar força na internet, em fóruns como o Reddit.
A explicação
Há uma explicação mais plausível para o tal objeto misterioso, mesmo que ela seja bem mais chata do que uma viagem no tempo ou algo parecido. Inicialmente, é preciso destacar que o artista era conhecido por seu estilo semiabstrato e não tinha a intenção de retratar a realidade como ela era.
Desse modo, muitos já devem ter matado a charada do que é o objeto estranho: um espelho. É claro que não é mais possível perguntar ao artista se seria ou não isso. Mas, analisando todos os fatos e probabilidades, é bem mais lógico que seja apenas um utensílio entregue pelos colonos ao indígena, que se surpreendeu com o reflexo. Demais, né?

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