Ações, Units e ETF's
Vendas de máquinas e equipamentos têm avanço de 10,6% em maio
Recuperação da receita do setor, porém, não alterou queda de 15,6% no comparativo anual
Embora recupere parcialmente as perdas do mês anterior, o crescimento de 10,6% das vendas de máquinas e equipamentos em maio último (R$ 24,9 bilhões) não foi suficiente para alterar a queda de 15,6% do setor, no comparativo anual. Já a receita líquida acumulada nos primeiros cinco meses deste ano (R$ 117,5 bilhões) é 8,5% inferior à do mesmo período de 2022. As informações foram divulgadas, nesta quarta-feira (28), pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Entre os fatores que ‘emperram’ o avanço do setor, a entidade aponta o binômio juros elevados-restrição de crédito, que tem afetado duramente a demanda pelo mercado interno, mediante a retração de investimentos e queda das encomendas.
Como exemplo desse quadro difícil, ainda que a receita líquida interna tenha crescido 4,1% em maio, ante abril, no comparativo anual, esta ‘despencou’ 23,2%. De modo semelhante, a receita acumulada do ano (R$ 88,5 bilhões) corresponde a uma baixa de 14,3%, em relação a igual período do ano passado.
Outro indicador relevante, a utilização da capacidade instalada recuou 3,7% no mês passado, para maio de 2022, ao passo que a carteira de pedidos ‘encolheu’ 6,7%, no mesmo comparativo anual, pois hoje são necessárias 10,7 semanas de produção para o atendimento dos pedidos, quando, há um ano, era preciso completar um período de 11,4 semanas.
Em contrapartida, o mercado externo tem permitido ao setor algum ‘alívio’, uma vez que as exportações em maio recuperaram o patamar de US$ 1 bilhão, após recuo em abril, ao atingirem US$ 1,3 bilhão ou um crescimento de 35,7% em relação ao mês anterior e avanço de 22,2% no comparativo anual.
No acumulado do ano, as vendas externas chegaram a US$ 5,6 bilhões, o que representa alta de 23% ante o mesmo período de 2022. Também em volume exportado houve expansão de 11%, no comparativo anual.
A despeito do fator externo positivo, a Abimaq ressalta que a valorização do real ante o dólar tem contribuído para reduzir o resultado das receitas (em dólar) das empresas exportadoras.
Por segmentos, a associação destaca o de máquinas para logística e construção civil, cuja receita cresceu 33,7% no ano, respondendo por 30% do total exportado. No que toca ao destino, a América do Sul participou com 34,8% das exportações, nos primeiros cinco meses do ano, seguida da América do Norte, com participação de 33,8%.

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