Ações, Units e ETF's
‘Frustração’ do mercado com payroll ianque determina recuo de juros futuros
Enquanto a taxa do contrato DI para janeiro de 2024 recuava a 12,810%, a de janeiro de 2027 caía para 10,245%
A ‘frustração’ do mercado com o payroll dos EUA (indicador do nível de emprego do país), que mostrou a criação de 209 mil empregos – bem abaixo dos 240 mil postos de trabalho projetados por analistas – foi o suficiente para determinar o recuo das taxas de juros futuros, na sessão desta sexta-feira (7).
Como reflexo, ainda no período da manhã, enquanto a taxa do contrato do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 recuava de 12,835%, do ajuste anterior, para 12,810%; a do DI para janeiro de 2025 caía de 10,82% para 10,77%; a do DI para janeiro de 2026 ia de 10,23% para 10,19%; e a do DI para janeiro de 2027 diminuía de 10,29% para 10,245%.
O desempenho ‘decepcionante’ do payroll ianque foi de magnitude tal que pressionou para baixo a rentabilidade dos títulos do Tesouro estadunidense (treasuries) – o da T-note de 2 anos chegou a recuar 3,3 pontos-base para 4,969% – uma vez que a perspectiva de um mercado de trabalho menos dinâmico reduziria a ‘munição’ do Federal Reserve (Fed) para alongar ou, pelo menos, ser menos ‘agressivo’ na elevação, já anunciada, das taxas de juros locais – de duas altas, previstas até o final deste ano. Também refletindo a questão do emprego nos EUA, depois de apontarem viés de alta, por conta dos dados do payroll, os futuros do S&P 500 e da Nasdaq voltaram a cair.
Já no front tupiniquim, os ativos locais repercutiam favoravelmente a aprovação, em dois turnos na Câmara, da proposta federal de reforma tributária, com a expectativa de que haja tempo suficiente para que seja votado hoje (7) o projeto de lei que cria o Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf). Já à tarde, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) se limitou a garantir que a matéria legislativa poderia ser votada antes do recesso parlamentar, no início de agosto, o mesmo valendo para o projeto do arcabouço fiscal, quando este retornar do Senado.
Em perspectiva, analistas avaliaram como positiva a aprovação da reforma tributária para a alavancagem do PIB potencial do país, o que reforçaria a necessidade de corte da taxa básica de juros (Selic) – hoje em 13,75% ao ano – para o avanço da economia. Outro efeito benéfico da passagem da reforma foi sentido no mercado de capitais, mediante a alta de 1,61% 119.317,38 pontos do Ibovespa, por volta das 16h42.

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