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Em linha com o boletim Focus, Fazenda reduz para 4,85% previsão do IPCA em 2023
Para o ano que vem, pasta federal também ‘cortou’ projeção inflacionária, de 3,63% para 3,30%
Em linha com a expectativa do mercado financeiro dessa semana – que projetou uma inflação de 4,95% para este ano – o Ministério da Fazenda baixou sua previsão para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2023, de 5,58% para 4,85%, de acordo com a nova ‘grade de parâmetros macroeconômicos’ apresentada pela Secretaria de Política Econômica (SPE), nesta quarta-feira (19).
A nova estimativa se aproxima do teto da meta de inflação deste ano, fixada em 4,75% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). De igual forma, foi revista para baixo a projeção do indicador oficial para 2024, que recuou de 3,63% para 3,30% (com intervalo de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo), pouco superior à meta de inflação de 3% para o ano que vem.
Como justificativa à redução inflacionária, a SPE classifica o que chamou de “surpresas positivas”, em decorrência da divulgação do IPCA decrescente, em abril e maio, com destaque para o reajuste dos planos de saúde, levemente abaixo do esperado; a baixa dos preços dos combustíveis (gasolina, diesel e gás) nas refinarias, sem contar as revisões nas tarifas de energia elétrica residencial e de ônibus urbanos.
Para a redução do IPCA em 2024, a secretaria atribui a mudanças no cenário externo, no câmbio e nos preços das commodities, assim como a previsão de ‘menores reajustes’ dos preços monitorados, sem contar, no contexto doméstico, ao processo de ‘desinflação’, verificado neste ano.
De qualquer modo, o boletim Focus – consulta às 100 maiores instituições financeiras nacionais pelo Banco Central (BC) – desta semana, interrompeu oito semanas seguidas de queda, ao manter em 4,95% a projeção para este ano, assim como para 2024, mantida em 3,92%. Há um mês, a expectativa do mercado financeiro era de fechar 2023 em 5,12%.
Outro fator ressaltado pela Fazenda para a revisão das previsões seria a convergência dos preços à meta de inflação, após a mudança do regime para meta contínua e não mais anual, como até então.
Em nota, a SPE acentua que “o processo de convergência das expectativas de inflação à meta deve seguir ocorrendo, refletindo, não apenas o cenário conjuntural, mas também a mudança no horizonte do regime de inflação e a definição da meta e intervalo de tolerância para 2026. Com a mudança para horizonte contínuo, a política monetária poderá atuar para conter a inflação em intervalo de tempo que independa do mês em que o ciclo de alta inflacionária se inicie”.

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