Agronegócio
Soja, milho e trigo ameaçam aterrissar os ralis de clima e de guerra
Ativos futuros em Chicago cedem nesta sexta-feira, com soja e milho desde a véspera e o trigo inaugurando os ajustes neste pregão
O rali da soja e do milho foi interrompido ontem e prossegue. O do trigo começou nesta sexta (21).
Em algum momento a acomodação deverá ser mais evidente tanto pelas condições climáticas nos Estados Unidos quanto pelo rebote da guerra na Ucrânia.
Por ora, vendas técnicas de posições estão movimentando os ativos em Chicago, assim como ajustes de alta podem ocorrer, mas o tempo vai jogar a favor da pressão quando a oferta estiver mais clara e a demanda entrar para valer nos preços.
Como analisam, nem a quebra americana será tão desestabilizadora, como na soja – o grão que está mais nesse radar climático -, e nem a busca internacional pelas commodities está no caminho de explodir.
Pelo lado do trigo e do milho, do alvo ucraniano pouco se esperava de exportações, 9,8 milhões de toneladas do primeiro, e em torno de 19 milhões/t do segundo, em baixas sempre revisadas e muito longe da quebra de 2022.
A Rússia ameaçando atacar navios no Mar Negro, agora sem o acordo de passagem, e bombardeando terminais de grãos, só era munição para especulação.
Alguém acredita que armadores vão liberar navios para transitar na região ou que os exportadores ucranianos (ou importadores) irão pagar a explosão dos seguros embutidos nos fretes?
Vale localizar, ainda, que o mercado financeiro não está influindo e anda misto. O petróleo sobe por conta de produção mais apertada e alguns sinais de perspectivas de demanda mais fluída em algumas praças, como a China e seus últimos incentivos à economia.
Em queda, eis as cotações, às 8h35 (Brasília):
Soja – agosto 0,5%, US$ 14,88; setembro 0,80%, US$ 14,15; novembro 1%, US$ 13,90
Milho – setembro 2%, US$ 5,26; dezembro 1,90%, US$ 5,34
Trigo – setembro 2,64%, US$ 7,07; dezembro 2,50%, US$ 7,27

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