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Restrições ao aço e incerteza sobre setor imobiliário ‘derrubam’ cotação do minério
Enquanto commodity recuou 3% na bolsa de Dalian, na bolsa de Cingapura, queda foi de 4%
Como de hábito, as restrições impostas pelas autoridades à produção de aço na China, associadas à incerteza quanto à capacidade de recuperação do setor imobiliário local, mais uma vez, determinaram perdas aos contratos futuros do minério de ferro, na sessão desta quinta-feira (3).
Em consequência de tais fatores negativos, a commodity negociada para setembro pela bolsa de mercadorias e futuros de Dalian (China), recuou 3% a 810,50 iuanes ou US$ 112,70 por tonelada, após atingir a cotação mais baixa (808,50 iuanes), desde de 12 julho último.
Na bolsa de Cingapura, por sua vez, o contrato do insumo siderúrgico para o mesmo mês despencou 4%, descendo a US$ 99,70 por tonelada, depois de haver caído para US$ 99,40, menor patamar, desde 29 de junho.
Na mesma ‘toada’ declinante, outros ingredientes siderúrgicos igualmente recuaram, ante o temor crescente do mercado de agravamento das restrições à produção do aço no gigante asiático, sobretudo, após a ocorrência de inundações na localidade de Hebei, em decorrência de fortes chuvas na região.
Em nota, analistas da ANZ admitiram que ‘houve novas restrições de produção, que provavelmente serão mais efetivas, dadas as margens pouco atraentes das siderúrgicas”.
“Sinais limitados de novos estímulos políticos e fraqueza contínua nos mercados imobiliários residenciais na China” pesaram sobre o sentimento, disseram analistas da Westpac em nota.
Devido às dificuldades para o fornecimento do item, devido às tempestades causadas pelo tufão Doksuri, o carvão metalúrgico fechou a sessão dessa quarta-feira (2) na máxima de uma semana, com o contrato futuro para setembro mais negociado na bolsa de Dalian exibindo alta de 2,43%, a 1.514,5 iuanes (US$ 210,88) por tonelada, nível mais elevado desde 26 de julho, ao passo que o coque valorizou 1,2%, para 2.355,5 iuanes por tonelada, atingindo seu maior nível, desde 19 de abril.
Ao mesmo tempo, usinas siderúrgicas da província chinesa de Yunnan foram pressionadas pelas autoridades locais a iniciar os preparativos visando reduzir a produção de aço, tendo em vista fazer cumprir o mandato do governo, no sentido de limitar a produção deste, ao nível do ano passado.

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