Commodities
Lavada dos preços da soja e do milho pode aumentar ou enxugar com o USDA exportações
Relatório WASDE da véspera fez disparar as cotações, que agora aguardam os dados semanais de embarques dos EUA
A soja e o milho transitam digerindo a forte descompensação que o USDA viu a partir da menor produção dos Estados Unidos, no relatório mensal divulgado no feriado brasileiro.
A lavada que os preços deram em Chicago está, nesta sexta (13), mantida modestamente, o que seria o normal mesmo.
Até uma realização de lucros não seria totalmente descartada.
Mas, daqui um pouco, o Departamento de Agricultura americano soltará o relatório de exportações do país, na semana concluída em 5 de outubro.
A depender dos números ficarem próximos do piso ou do teto almejado pelos agentes e analistas – em torno de 630 mil a 1,1 milhão de tonelada – tudo poderá mudar.
Assim, a soja de novembro está em mais 0,55 %, a US$ 12,96, e a de maio em 0,60%, a US$13,38, por volta das 9h40 (Brasília).
O milho para dezembro: sobe 0,48 %, a US$ 4,98.

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