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Unipar conclui maior emissão de debêntures de sua história, alcançando R$ 750 mi
Companhia atua no setor químico.
A Unipar (UNIP6) concluiu ontem a maior emissão de debêntures de sua história, alcançando R$ 750 milhões. A companhia atua no setor químico fabricando cloro, soda e derivados.
O montante obtido com a emissão dos títulos será usado na melhoria de sua estrutura de capital, bem como na “liability management” e pagamento de dividendos.
Em nota, a empresa disse que o objetivo da captação é deixar a empresa mais preparada para o crescimento orgânico e também para eventuais operações de M&A.
CFO da empresa, Marco Rabello disse que essa emissão deixa a Unipar mais forte para fazer qualquer M&A, tanto em termos de estrutura de capital quanto de pluralidade de fontes de financiamento, lembrando que até o momento “o único bolso acessado pela Unipar foi o do mercado local de dívida”.
De acordo com o executivo, a debênture da Unipar foi emitida a CDI + 2,05%.
A ação UNIP6 encerrou o dia 18 cotada a R$ 73,78.
Unipar (UNIP6)
Vale lembrar que três semanas atrás a companhia comunicou que aprovou o projeto de phase out (eliminação gradativa) das tecnologias de diafragma e de mercúrio relativo à planta de Cubatão (SP), a ser realizado até 2025 (PO25).
Na oportunidade, esclareceu que o PO25 tem por objetivo adequar as atividades da companhia em território brasileiro à Convenção de Minamata sobre Mercúrio, que foi ratificada pelo Brasil em agosto de 2017 e estabeleceu o mês de dezembro de 2025 como prazo mandatório para término de processos de manufatura de cloro/soda nos quais mercúrio ou compostos de mercúrio sejam utilizados.
“Por meio do PO25 e simultaneamente à substituição das células de mercúrio supracitadas, a companhia substituirá também o processo de produção de cloro/soda via células de diafragma, ambas pela tecnologia membrana ‘Zero Gap’, o que implicará na modernização e unificação do processo de produção de cloro/soda na planta industrial de Cubatão”, disse a Unipar.
A companhia estima que o PO25 terá capex total aproximado de US$ 200 milhões e que a capacidade de produção de cloro da planta de Cubatão, atualmente de 210 mil toneladas de cloro ao ano – considerando os processos via células de mercúrio e de diafragma -, não sofrerá alterações com a unificação de tecnologias.

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