Empresas
Sabesp: Privatização será 100% secundária
Companhia atua em saneamento.
O governo de São Paulo está em vias de privatizar a Sabesp (SBSP3) e a oferta deverá ser inteiramente secundária. Também haverá uma cláusula de não-concorrência com a qual as empresas interessadas na companhia de saneamento deverão concordar.
“A oferta vai ser 100% secundária, então a gente está falando só de venda de ações do próprio Estado”, afirmou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a jornalistas.
Em relação à cláusula de não-concorrência, o periódico informa que o acionista de referência não poderá disputar oportunidades em outros municípios do Estado e, fora dele, terá que consultar o conselho de administração da empresa, tendo a Sabesp prioridade em oportunidades que envolvam município ou arranjo regional com mais de 50 mil habitantes, explicou a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.
Vale lembrar que o Estado de São Paulo detém participação de 50,3% na Sabesp e pretende manter uma participação minoritária na empresa após a operação. Já o “investidor estratégico” deterá fatia de 15%, que deverá ser mantida até 2030, conforme prazo de “lockup” já fixado.
Sabesp (SBSP3)
As autoridades políticas e o mercado financeiro esperam que a privatização ocorra ainda em 2024, e um preço mínimo será definido em reunião a ser convocada do Conselho Diretor do Programa de Desestatização (CDPE), bem como os critérios para definição da oferta vencedora envolverão o maior volume de transação e o maior preço ponderado, afirmaram.
A Reuters informa que o processo da Sabesp prevê redução de 10% na tarifa social e vulnerável, e de 0,5% a 1% nas demais tarifas, a partir do uso de recursos de um fundo que será financiado por meio de 30% do valor obtido na privatização e pelos dividendos pagos pela Sabesp à gestão paulista após a desestatização.
A empresa
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo é uma empresa brasileira que detém a concessão dos serviços públicos de saneamento básico no Estado de São Paulo. Seu principal acionista é o Governo do Estado de São Paulo, que controla a gestão da companhia.

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