MEI
MEI ou autônomo: qual a melhor opção para trabalhar por conta própria?
Descubra as diferenças entre MEI e autônomo e escolha a melhor opção para seu negócio no Brasil.
O desejo de ser seu próprio chefe atrai muitos brasileiros para o mercado de trabalho independente. Atualmente, cerca de 29,9 milhões de pessoas no Brasil optaram por trabalhar por conta própria, segundo dados de junho de 2024 do IBGE.
Para quem anseia por essa independência, a escolha entre ser autônomo ou Microempreendedor Individual (MEI) é uma decisão crucial. Cada modelo tem suas particularidades e benefícios que podem influenciar diretamente no sucesso do negócio ou seu fracasso total.
Qual a diferença entre MEI e autônomo?
Foto: Shutterstock
A principal distinção entre MEI e autônomo está na natureza jurídica. Enquanto o MEI opera como pessoa jurídica, o autônomo mantém-se como pessoa física. Essa diferença impacta diretamente na emissão de notas fiscais, tributos e limites de atuação.
Microempreendedor Individual (MEI)
O MEI surgiu em 2008 para formalizar atividades autônomas e garantir amparo legal. Com um CNPJ, o microempreendedor pode emitir notas fiscais e contratar um funcionário. Contudo, o faturamento é limitado a R$ 81 mil anuais e é restrito a ocupações específicas.
- Pessoa jurídica;
- Faturamento máximo de R$ 81 mil por ano;
- Acesso a benefícios previdenciários;
- Imposto mensal fixo.
Profissional Autônomo
O autônomo, por outro lado, atua como pessoa física e não possui limites de faturamento. Embora também possa emitir notas fiscais ou RPA, ele é responsável por uma carga tributária maior, sem possibilidade de contratar funcionários.
- Pessoa física;
- Sem limite de faturamento;
- Necessidade de cadastro na prefeitura;
- Acesso a benefícios previdenciários mediante contribuição.
MEI e autônomo: qual escolher?
Decidir entre ser MEI ou autônomo depende diretamente dos objetivos do profissional. Enquanto o MEI oferece vantagens como acesso a crédito e benefícios previdenciários, o regime autônomo apresenta maior liberdade financeira e de operação.
Para um diagnóstico mais preciso sobre qual regime adotar, é aconselhável consultar um contador ou advogado. Ambos regimes têm suas vantagens e desvantagens, variando conforme a atividade e expectativas de cada profissional.

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