Automobilística
Novas regras para óleo lubrificante já estão em vigor no Brasil
Normas atualizadas para lubrificantes atendem novas demandas de motores híbridos e prometem desempenho superior, mas preços podem aumentar.
Entraram em vigor na última terça-feira, 1º de abril, as novas normas para a comercialização de óleos lubrificantes no Brasil. As mudanças atendem a atualizações nas especificações internacionais e visam acompanhar a evolução dos motores mais recentes, especialmente os híbridos, cada vez mais presentes nas ruas do país.
A partir de agora, os produtos comercializados devem seguir padrões mais rígidos de desempenho e durabilidade. As novas classificações incluem a API SP e a ILSAC GF-7A, que estabelecem critérios mais avançados de proteção térmica, resistência à oxidação e controle de resíduos no interior do motor, mesmo sob uso intenso.
Mudança visa atender a exigências de motores híbridos

Com funcionamento diferente dos motores convencionais, os veículos híbridos operam em ciclos intermitentes e temperaturas mais baixas. Esse comportamento exige lubrificantes com características específicas, capazes de evitar o acúmulo de resíduos e reduzir o risco de corrosão das peças internas, especialmente durante os períodos de inatividade do motor.
As novas especificações garantem maior eficiência em condições severas. Entre os principais benefícios estão a proteção contra pré-ignição, gelificação e corrosão, além da redução na formação de cinzas sulfatadas e do consumo de combustível. Ainda assim, os óleos enquadrados nessas normas podem ter um custo até 10% superior.
A formulação de produtos com viscosidades mais baixas, como 0W20 e 5W30, também está entre os destaques. Essas versões favorecem o desempenho em temperaturas extremas e tendem a reduzir a emissão de poluentes, seguindo exigências ambientais mais rigorosas, especialmente em grandes centros urbanos.
Tipos de óleo e cuidados com o uso
As novas exigências reforçam a importância de utilizar o óleo adequado para cada tipo de motor. Lubrificantes minerais, semissintéticos e sintéticos continuam disponíveis no mercado, mas agora com composições ajustadas para atender às novas normas e garantir compatibilidade com diferentes tecnologias veiculares.
Óleos sintéticos, embora mais resistentes, não têm durabilidade indefinida. Com o tempo, o produto perde propriedades lubrificantes e deve ser substituído conforme a recomendação do fabricante. Ignorar esse prazo pode comprometer a proteção do motor, além de elevar o consumo de combustível em médio prazo.
Misturar marcas ou utilizar produtos vencidos também representa risco. Diferenças na formulação química podem comprometer a eficiência da lubrificação. Já o uso de óleo degradado favorece a formação de depósitos, o superaquecimento e o desgaste prematuro das peças internas, afetando diretamente o desempenho do veículo.
*Com informações de AutoEsporte.

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