Agronegócio
Crise energética da China pode interferir no preço de itens agrícolas
País asiático é responsável por 30% de todo comércio mundial de fosfato e falta do produto pode gerar consequências para os demais países
Uma crise de energia vem se instalando na China. Desde junho, as indústrias vêm sentindo os impactos da ineficácia de abastecimento.
A justificativa para a crise energética se deve à escassez e encarecimento do carvão, que é a principal matriz da geração de energia.
Prova disso é que a economia manufatureira já traz o reflexo dessa falta. As estatísticas divulgadas e referentes ao mês de setembro já mostram uma queda na atividade industrial chinesa. O Índice de Gerente de Compras recuou para o menor volume nos últimos sete meses, e foi a 50,8,%.
O mercado produtor também sofre com reajustes, no caso das empresas químicas e nas vendas de insumos para nutrição vegetal.
A China é responsável por 30% de todo comércio mundial de fosfato e boa parte da ureia. E os problemas registrados por lá podem trazer graves consequências para todos os demais países, incluindo o Brasil. Há a possibilidade de que os preços saltem e as relações de trocas dos produtores em 2022, se desequilibrem.
Entre os itens que devem sofrer com os reajustes estão os agroquímicos e fertilizantes.

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