Ações, Units e ETF's
Cenário interno adverso deve comprometer temporada de IPOs
Fatores econômicos e políticos têm levado empresas a adiar oferta de ações
São remotas as possibilidades de novas ofertas iniciais de ações (IPO) este ano, apontam banqueiros de investimento, diante de um cenário macroeconômico e político sem perspectiva de melhoria no curto prazo.
Lidando com perdas – A constatação é que os investidores não estão propensos a adquirir ações de empresas novas, pois ainda lidam com perdas de IPOs anteriores.
Saques fortes – No momento, enquanto alguns papéis já amargam perdas acumuladas de dois dígitos, fundos de ações e multimercados têm registrado fortes saques.
Realidade alterada – Num exemplo de como a realidade pode ser alterada rapidamente, dependendo das condições políticas, no início deste mês, analistas apontavam que pelo menos metade das IPOs previstas para a temporada chegariam à bolsa. Mas, hoje (21), reta final de outubro, o chefe do banco de investimentos no Brasil do Citibank, Eduardo Miras, entende ser muito pouco provável um IPO ainda este ano.
Preocupações brazucas – Como fundamento para esse cenário, Miras explica que o Brasil, diferentemente de outros mercado, sobre com preocupações fiscais e políticas simultâneas. Embora o Executivo admita que tal ambiente para captações ‘possa reabrir’, observa que essa reversão ocorra no curto prazo.
Migração oportuna – Para o sócio e gestor da JGP, Marcio Correia, no momento está ocorrendo uma migração de investidores para a renda fixa e em criptomoedas, ainda não disponíveis no mercado.
Negociação direta – Somente na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dos 30 pedidos de IPOs em análise, a maior parte das empresas alterou a forma de buscar sua captação, em que alguma delas têm preferido negociar diretamente com fundos, potencialmente interessados em suas ‘teses de investimento’, como é o caso da rede de academias Bluefit, que decidiu, no fim de setembro, suspender sua estreia na bolsa.
Fusão e aquisição – Moda ou não, como a alternativa da IPO tornou-se mais complexa, muitas empresas têm recorrido a operações de fusão e aquisição (M&A), mantidas em sigilo até sua conclusão, como foi a venda de 50% da Comerc – comercializadora de energia – para a Vibra (ex-BR Distribuidora), por valor semelhante ao do IPO. Outro exemplo é o da rede de restaurantes Madero, que preferiu renegociar as dívidas com bancos credores, ‘jogando’ para 2022 a oferta.

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