Commodities
Demanda aquecida e conflito geopolítico devem manter petróleo em alta
Analistas veem espaço para maior elevação da commodity, que bateu US$ 88, recorde em sete anos
A demanda aquecida pelo petróleo, nos últimos meses, que marca, ao menos, a tentativa de retomada econômica mundial, tem elevado de maneira constante os preços da commodity, cujos contratos futuros em Londres chegaram US$ 88,13 por barril, maior patamar em mais de sete anos.
Expansão dos negócios – Somente este ano, a commodity já subiu 12%, em que a expansão dos negócios prossegue, à medida que se reduz o temor viral em relação à variante laboratorial ômicron. A previsão do banco de investimento global Goldman Sachs é de que a cotação do petróleo deve bater a casa dos US$ 100 o barril, em 2023. Em outro exemplo, a previsão da West Texas Intermediate, para entrega em fevereiro próximo, subiu US$ 1,36 em relação à cotação de US$ 85,18 da última sexta-feira (14).
Complicador geopolítico – Além de problemas estruturais, como interrupções no fornecimento do produto, o setor agora enfrenta outro complicador, de natureza geopolítica, por conta do ataque de drones do Iêmen no porto de Abu Dhabi, capital de seu arqui-inimigo Emirados Árabes Unidos (EAU).
Recuperação firme – A recuperação do preço do petróleo se acentua desde o ano passado, quando houve déficit mundial expressivo de oferta do produto, devido à crise pandêmica. Para o analista do UBS, Giovanni Staunovo, “a demanda continua aumentando e a capacidade ociosa continua caindo, então isso deve manter os preços sustentados este ano”.
Preços pressionados – Ao contrário do que se poderia imaginar, o ataque iemenita deverá continuar pressionando os preços do petróleo, na visão do chefe de estratégia de commodities do ING Groep, Warren Patterson, para quem a combinação de ‘fornecimento interrompido com demanda aquecida’ deverá manter o ritmo dos aumentos do petróleo, pelo menos, nos próximos meses.

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