Economia
Melville Capital oferece US$ 125 milhões por duas unidades da Inepar
Gestora dos EUA pretende adquirir Inepar Equipamentos e Montagens (IPM) e Iesa Óleo E Gás (IOG)
Um grande impulso para a finalização de seu processo de recuperação judicial. É o que se pode depreender da oferta de US$ 125 milhões, feita pela gestora estadunidense Melville Capital, por duas unidades industriais do grupo Inepar – Inepar Equipamentos e Montagens (IPM) e Iesa Óleo E Gás (IOG) – que atua nas áreas de construção de equipamentos de energia e telecomunicações.
Importante aliado – A Inepar, por sua vez, emitiu nota, afirmando que a proposta ianque “como importante aliado para finalização de seu processo de reestruturação”. Ao mesmo tempo, a empresa brasileira, com sede no Paraná, pretende abrir processo competitivo a fim de identificar mais interessados na transação.
Processo competitivo – Ao propor o pagamento em parcelas, a Mellville está disposta a quitar 15% do montante em 30 dias, contados a partir da assinatura da proposta, ficando os 85%, a maior parte, a serem pagos em 30 dias, a partir da decisão de homologação do processo competitivo, por parte do juiz da recuperação judicial.
Solicitação à CVM – A meta de alienar seus ativos para obter novos recursos e reestruturar negócios já havia sido objeto de solicitação feita, em dezembro último, pela Inepar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

-
Tecnologia15 horas atrás
5 ajustes essenciais em celulares Samsung que todo dono deve fazer
-
Tecnologia12 horas atrás
Desconexão noturna: por que desligar o Wi-Fi do celular é essencial?
-
Mundo23 horas atrás
Musk deve deixar o governo Trump em breve, diz jornal
-
Cotidiano2 dias atrás
Feriados de abril: veja quais caem em dias úteis e podem virar descanso prolongado
-
Agronegócio2 dias atrás
Não mate sua planta! Veja dicas essenciais para cuidar da zamioculca
-
Empresas2 dias atrás
Taurus adquire fabricante turca de armas Mertsav
-
Empresas2 dias atrás
Prosegur pretende investir 5 milhões de euros no Brasil
-
Economia2 dias atrás
Fim dos apps de banco? Ex-presidente do BC fala sobre próxima revolução financeira