Economia
Usina de aço dos EUA renova oportunidade de negociação com o Brasil
As sanções sofridas pela Rússia depois da invasão à Ucrânia poderá fortalecer o Brasil dentro das negociações de importação de produtos siderúrgicos nos EUA.
As sanções sofridas pela Rússia, depois da invasão à Ucrânia, poderá fortalecer o Brasil dentro das negociações em torno das cotas de importação de produtos siderúrgicos semiacabados nos EUA, segundo a avaliação da indústria do aço.
A avaliação indica que sem a concorrência da Rússia no contexto do aço, o Brasil estará em uma condição para reivindicar a ampliação ou até mesmo a eliminação da cota de importação do produto que foi instituída quando os Estados Unidos eram governados por Donald Trump.
O Brasil é o maior exportador de placas, Rússia fica em segundo lugar, e isso é um fator que abre uma maior chance do Brasil ir negociar com os Estados Unidos
‘’A Rússia é o segundo maior exportador de placas. O maior é o Brasil. Isso vai abrir espaço de negociação com os Estados Unidos” afirmou o presidente-executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, a entidade que representa a siderurgia nacional.
O grupo de 12 setores industriais, coordenado pelo Marco Polo, afirmou que uma missão empresarial nova está sendo organizada para ir até os Estados Unidos, por meio das negociações pela flexibilização das cotas.
“Adianto que o pleito é de exclusão dos semiacabados. Não faz sentido a indústria americana, que precisa de placas de aço, sofrer essa restrição”, disse.

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