Economia
Número de servidores de Saúde e Educação no Rio de Janeiro despenca
O Rio de Janeiro está passando por tempos difíceis, assim como o resto do país, devido à falta de políticas voltadas para a população. Entenda!
Durante muito tempo, o acesso à saúde era determinado pela classe social do indivíduo. Os nobres tinham fácil acesso aos médicos, enquanto os pobres, escravos e indígenas não recebiam nenhum tipo de atenção médica. Essa parte da população era dependente da filantropia, caridade e crenças.
Todavia, pelo menos no Brasil, a saúde tornou-se um problema que o Estado precisou tratar com a finalidade de levá-la a todo mundo, independente de classe.
Porém, no ano de 2022, enquanto muito se enaltece a “segurança pública às avessas”, o cenário é bem diferente para quem trabalha com saúde e educação no estado do Rio de Janeiro. Constatou-se nos últimos dez anos que o número de servidores estatutários vem caindo progressivamente, sem ocorrer a abertura de novos concursos públicos para repor os colaboradores que se aposentaram ou que pediram exoneração.
De fato, no período entre 2011 e 2022, o número de profissionais da educação concursados caiu drasticamente, de 90 mil para 56 mil, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc).
Já no caso da saúde, o número de servidores ativos caiu de 22,1 mil para cerca de 8,9 mil entre janeiro de 2014 e janeiro de 2022, segundo estimativas do presidente da Associação dos Servidores da Vigilância Sanitária do Estado do Rio, André Ferraz, com base nos números disponibilizados no site da Secretaria de Fazenda.
De acordo com a Seeduc, não estão havendo concursos públicos devido ao Regime de Recuperação Fiscal. Ou seja, a redução nos quadros da Saúde e da Educação, que acontece em função de aposentadorias, exonerações e mortes, não é acompanhada de novos certames há anos.
Para tentar mitigar esse quadro, o Estado do Rio têm expandido o número de funcionários com contratos temporários, que não têm vínculo de longo prazo nas pastas. Porém, o que importa, é que esses dados são reflexo da gestão local, que a priori não está se importando com o que de fato é necessário para a população.

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