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Americanas (AMER3) do centro do Rio tem protesto na porta
Varejista envolvida em suposta fraude.
A Americanas (AMER3) do centro do Rio tem protesto na porta. Trata-se de funcionários e familiares que foram à loja, acompanhado de sindicalistas, na Região da Ceilândia.
Em outra época, o ponto abrigou uma unidade da Mesbla, varejista que faliu na virada dos anos 2000.
A manifestação ocorre pouco antes de uma reunião da qual vão participar lideranças sindicais e representantes da diretoria da Americanas, marcada para o meio-dia, também no centro da cidade.
Os participantes do ato querem esclarecimentos sobre a situação da empresa e a respeito da recuperação judicial que está sendo elaborada pela companhia, após a revelação dos problemas contábeis. Há queixas também sobre a falta de clareza e diálogo da direção da empresa com os funcionários.
Americanas (AMER3): lista de credores
Nesta sexta-feira (3) a Justiça do Rio de Janeiro determinou que a rede de lojas entregue a lista final de credores trabalhistas e seus respectivos créditos à Justiça do Trabalho.
A decisão foi proferida pelo juiz Paulo Assed Estefan, da 4ª Vara Empresarial da Comarca do Rio, onde tramita o processo de recuperação judicial da varejista.
O magistrado destacou que “jamais se pode perder de vista a função social da empresa e, por consequência, seus reflexos em milhares de trabalhadores que, por uma ou outra razão, poderiam ficar ao largo de tão importante processo de soerguimento, além de verem-se diferidos em seus direitos sociais e econômicos”.
Segundo o Estadão, como Estefan não estipulou prazo para a entrega da lista, a empresa tem até 15 dias úteis para enviá-la à Justiça do Trabalho, pela regra do Código de Processo Civil.
Natural da Terra
Dentre as medidas de desinvestimento para temtar equilibrar as contas, a Americanas poderá vendas o Hortifrúti Natural da Terra.
Segundo o Estadão, a gestora Pátria está em negociações avançadas para a compra do ativo, que foi adquirido há um ano e meio pela companhia.
Também disse que a operação também atraiu outros interessados, como a rede de supermercados carioca Zona Sul. A Americanas comprou o Natural da Terra R$ 2,1 bilhões, mas não deve conseguir o mesmo valor numa eventual venda, por conta da urgência com que precisa levantar recursos.

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