Economia
Após breve ‘parada’, IPCA para 2023 volta a subir: 5,96%
Depois de uma trégua de 11 altas seguidas, na semana passada (5,9%) indicador retoma trajetória de alta
Após uma breve ‘trégua’ na semana passada – quando estacionou em 5,9%, depois de 11 altas seguidas – a projeção do mercado financeiro em relação ao IPCA deste ano voltou a subir, agora para 5,96%, conforme consta do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13), pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a taxa era de 5,79%
A retomada de alta do indicador é sinal de esgotamento do modelo monolítico de aperto monetário, que tem se limitado a manter em patamar elevado (13,75% ao ano) a taxa básica de juros, cujo único mérito até agora – para não dizer o contrário – é de guindar o país ao nada honroso título de campeão mundial de juros reais – em torno de 8%.
Como ‘prêmio de consolação’, a projeção do boletim manteve em 4,02% e 3,8% as previsões da inflação oficial para 2024 e 2025, mas subiu de 3,77% para 3,79% à de 2026. A aparente ‘estabilidade’ do índice, porém, nada altera o estouro, neste e no próximo ano, da meta de inflação, de 3,25% e 3%, respectivamente.
Pelo critério de ‘preços administrados’, o levantamento da autoridade monetária continua apontando viés firme de alta há 15 semanas, com elevação do IPCA para 2023, de 9,03% para 9,13%. Há quatro semanas, a previsão era de 8,53%. Já para os anos de 2024, 2025 e 2026, a projeção foi mantida nos mesmos 4,40%, 3,94% e 4%, respectivamente.
PIB ‘tímido’ – Avanço, mesmo que tímido, apresentou a estimativa para o PIB deste ano, que passou de 0,85% para 0,89%, enquanto que para 2024, este foi mantido nos mesmos 1,5%, o mesmo valendo para 2025, com crescimento projetado de 1,8%, ao contrário de 2026, que caiu de 2% para 1,98%,
A exemplo dos boletins anteriores, o Focus manteve a previsão de que 2023 terminará com uma Selic em 12,75% ao ano, tendo mantido para 2024, 2025 e 2026, as taxas de 10% ao ano, 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.
No plano cambial, a expectativa do mercado financeiro é de que o dólar encerre este ano cotado a R$ 5,25, e em R$ 5,30 no próximo. Para 2025, a moeda ianque permanece estacionária em R$ 5,30 há 12 semanas, enquanto a de 2026, se mantém em R$ 5,35 há duas semanas.

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