Tecnologia
Aumento do Covid na China atrasa produção de iPhone e gera prejuízos
A fábricas estão funcionando com um número reduzido de funcionários devido ao lockdown que está instituído em regiões da China.
O iPhone 14 está sendo um grande sucesso de venda, porém, a Apple não tem dado conta da demanda de pedidos. Isso está acontecendo pelo aumento de casos de Covid-19 na China, onde uma parte dos aparelhos são produzidos, forçando ao governo a adotar políticas de restrições.
Devido a estes atrasos, os celulares que foram comprados, logo após o lançamento, podem chegar no final de novembro ou início de dezembro. A Apple chegou a publicar em seu site, a seguinte nota: “os consumidores terão uma espera mais longa para receber seus novos produtos”.
A fábrica da Hon Hai se encontra na área de lockdown na China e, além das restrições, sente os efeitos da pandemia por meio de seus trabalhadores. O lockdown terá duração até o dia 9 de novembro.
Devido às restrições, a capacidade da fábrica está reduzida para as operações e isso faz com que o prazo aumente, consideravelmente, para a entrega dos aparelhos.
Essa situação pode comprometer a produção para as festas de final de ano, que consistem em grandes vendas para a empresa. O governo local proíbe a circulação de veículos nas ruas, a não ser por razões essenciais, como idas ao médico.
A Foxconn já apresenta problemas com a Apple, com a diminuição de venda de aparelhos na China, que pode piorar ainda mais neste período. A empresa se manifestou dizendo que neste trimestre espera que as vendas diminuam mais.
Na Califórnia, a empresa tem utilizado uma estratégia que também usou no início da pandemia de Covid-19 para manter a produtividade. Mesmo assim, os analistas preveem mais um recorde histórico para a empresa, a venda de US$ 128 bilhões.
Todo este cenário de desaceleração das vendas e produção acabou afetando as contratações da empresa, que investirá menos em pesquisa e desenvolvimento e ainda pretende diminuir os gastos do próximo ano.
A fábrica de Foxconn continua produzindo mesmo em meio as restrições, porém, com número de funcionários bem menor, ainda com contato limitado ao mundo exterior. Isso tem ajudado a produção ser um pouco mais rápida, para que chegue ainda este ano aos clientes que fizeram a compra.
Os fornecedores também estão auxiliando nessa fase, para que a produção possa seguir em um nível normal, tentando ao máximo assegurar a saúde e segurança dos trabalhadores.
Resta esperar essa fase ruim acabar para que a produção dos aparelhos seja normalizada e acompanhe o número de pedidos dos consumidores.

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