Agronegócio
Balança comercial bate superávit recorde de US$ 11,4 bilhões em maio
Maior da história, saldo positivo do mês passado representa alta de 129,5% para maio de 2022
Maior valor mensal de toda a série histórica, as exportações nacionais, em maio último, atingiram US$ 33,07 bilhões, ante importações de US$ 21,69 bilhões, resultando em superávit, igualmente recorde, de US$ 11,4 bilhões, o que representa uma alta de 129,5%, ante maio do ano passado.
Esse bom momento do comércio exterior brasileiro também pode ser medido pelo crescimento de 11,6% das vendas externas do país, ao passo que as compras do exterior recuaram 12,1%, no comparativo anual (maio de 2023/maio de 2022).
Já nos cinco primeiros meses deste ano, em relação a igual período de 2022, as exportações subiram 3,9% (US$ 136,39 bilhões), enquanto as importações recuaram 4,6% (US$ 101,11 bilhões), resultando em um superávit de US$ 35,28 bilhões, 39,1% superior ao do mesmo período do ano passado.
Por setor, as exportações da agropecuária aumentaram 15,7%, com influência do aumento de 23% da soja; alta de 245,4% de animais vivos, exceto pescados ou crustáceos; crescimento de 287.085,5% do arroz com casca, paddy ou em bruto. A indústria extrativa, que obteve receita de US$ 7,0 bilhões, teve expansão de 12,8%, além do avanço de 8,5% da indústria de transformação, que faturou com exportações, no montante de US$ 16,6 bilhões.
No acumulado de janeiro a maio de 2023, no comparativo anual, os avanços foram os seguintes: +7,5% em agropecuária (US$ 35 bilhões); +1,1% em indústria extrativa (US$ 29,5 bilhões) e +2,9% em indústria de transformação (US$ 71 bilhões).
No caso específico, na agropecuária, as maiores contribuições vieram da soja (+9,6%); milho não moído, exceto milho doce (+110,4%) e arroz com casca, paddy ou em bruto (+280,8%), na agropecuária; óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+ 3,5%); outros minerais em bruto (+ 57,4%) e minérios de cobre e seus concentrados (+ 12,6%), na indústria extrativa; além de açúcares e melaços (+ 34,9%); farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (+18,2%) e carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+14,3%), na indústria de transformação.
Pelo lado das importações, em maio deste ano, as importações por atividade foram as seguintes: -36,4% em agropecuária (US$ 0,3 bilhão); -19,1% na indústria extrativa (US$ 1,5 bilhão) e -11% da indústria de transformação (US$ 19,7 bilhões).
O recuo das importações, por sua vez, sofreu influência dos seguintes produtos: trigo e centeio, não moídos ( -48,3%); soja ( -99,6%) e milho não moído, exceto milho doce (-97,5%) na agropecuária; carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-32,5%); minérios de cobre e seus concentrados (-100,0%) e gás natural, liquefeito ou não (-20,4%), na indústria extrativa; adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos) (-57,7%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (-45,2%) e compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (-24,2%) na indústria de transformação.

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