Bancos
Banco Central anuncia Pix como garantia de empréstimo
60 anos do Banco Central.
O Banco Central (BC) anunciou novas funcionalidades para o Pix, incluindo a possibilidade de utilizá-lo como garantia para empréstimos. A medida faz parte do esforço da instituição para modernizar o sistema de pagamentos e oferecer melhores condições de crédito. Além disso, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, admitiu que o desenvolvimento do Drex, a moeda digital brasileira, sofreu atrasos.
As declarações foram feitas dia 2, durante evento que celebrou os 60 anos do Banco Central. Galípolo destacou que uma das prioridades da autoridade monetária em 2025 será a expansão do Pix, com a criação de novas ferramentas e melhorias na segurança.
Pix Garantido e Pix parcelado
Entre as novidades, está o Pix Garantido, uma modalidade em desenvolvimento desde o ano passado que permitirá às empresas usarem recebíveis futuros como garantia para obtenção de crédito, possibilitando melhores condições de financiamento.
Outra inovação será o Pix parcelado, previsto para ser lançado em setembro. A ferramenta funcionará de forma semelhante ao parcelamento no cartão de crédito: o vendedor receberá o valor da venda imediatamente, enquanto o comprador dividirá o pagamento, contratando um crédito pessoal no momento da compra. Segundo Galípolo, a modalidade terá juros menores que os praticados pelos cartões.
O BC também está investindo no Pix por aproximação, que se tornou obrigatório em fevereiro, buscando aprimorar sua eficiência e segurança.
Segurança do Pix
A instituição pretende reforçar a segurança do Pix, especialmente no combate a golpes. Recentemente, cerca de 8 milhões de chaves Pix vinculadas a CPFs irregulares foram excluídas para evitar fraudes envolvendo contas de pessoas falecidas.
“Pretendemos evoluir no processo de segurança do Pix, rastreando recursos em função de golpes”, afirmou Galípolo.
Atraso no Drex
O Banco Central também admitiu que o desenvolvimento do Drex, versão digital do real, sofreu atrasos. A primeira fase do projeto enfrentou desafios relacionados à privacidade, proteção de dados e fiscalização.
A segunda etapa do Drex, que prevê a implementação de contratos automatizados e novos modelos de negócios desenvolvidos pelos consórcios participantes da fase inicial, também não avançou conforme o planejado.
O BC segue avaliando as melhorias necessárias para garantir o funcionamento seguro da moeda digital, sem comprometer a transparência e a regulamentação do sistema financeiro.
(Com Agências).

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