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Banco PAN (BPAN4) anuncia Luiz Krempel para liderar iniciativas de open banking
Banco PAN (BPAN4) anuncia Luiz Krempel para liderar iniciativas de open banking
O Banco PAN (BPAN4) anuncia a chegada do superintendente Luiz Krempel para ocupar a cadeira de líder das ações relacionadas a Open Banking.
O executivo tem experiência de mais de dez anos em bancos e empresas de tecnologia, atuando nas áreas de analytics, estratégia, growth e transformação digital.
Nubank
Krempel estava há um ano no Nubank como head de Business & Analytics na unidade de negócios de Growth. Ele acumula passagens também por Itaú e GuiaBolso.
O executivo chega ao Banco em um momento movimentado para o setor, com a implementação do PIX, e a enorme expectativa com o Open Banking, que começa a vigorar no dia 30 de novembro.
BPAN4: a instituição
É um dos principais bancos brasileiros, controlado conjuntamente pelo Banco BTG Pactual S.A. e pela Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR. Com 2.418 colaboradores, possui patrimônio líquido de R$ 5,2 bilhões e atua com foco em pessoas físicas (classes CDE), ofertando crédito consignado (empréstimo e cartão de crédito), financiamento de veículos usados e motos novas, além de conta digital completa, cartões de crédito e venda de seguros.
3º tri
O Banco Pan informou que terminou o terceiro trimestre com lucro de R$ 170 milhões, uma alta de 18% na comparação com o segundo trimestre e de 26% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.
“Os principais fatores que vêm contribuindo positivamente para os resultados dos últimos trimestres são: margem financeira robusta; aumento da eficiência; e expansão da carteira core”, diz o banco.
A carteira de crédito encerrou o trimestre com saldo de R$ 25,300 bilhões, apresentando crescimento de 2% ante os três meses anteriores e de 7% com relação ao mesmo período de 2019. A carteira core — composta pelas carteiras de crédito consignado, financiamento de veículos e cartões de crédito —apresentou crescimento de 4% e 11%, respectivamente. Já as carteiras de crédito corporativo e imobiliário, ambas em run off, apresentaram recuo de 71% e 27% em 12 meses.
As despesas com provisões para devedores duvidosos ficaram em R$ 366 milhões, com queda de 11,6% no trimestre e alta de 19,6% no ano.
O índice de inadimplência ficou em 6,7% no terceiro trimestre, de 7,0% no segundo. O indicador mais curto de inadimplência, de 15 a 90 dias de atraso, apresentou uma redução de 8,9% em junho para 7,3% em setembro, apresentando índices mais baixos do que o pré-crise.
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