Ações, Units e ETF's
Boom de IPOs no Brasil cria nova leva de milionários, segundo XP Private
Valor investido nas contas de clientes ultra-ricos da empresa mais que dobrou no ano passado, saltando de R$ 91 bilhões em 2019 para R$ 228 bilhões em 2020.
O ano de 2020 foi um dos piores da história para a economia brasileira devido à crise provocada pela pandemia. Mesmo assim, a XP Private teve um crescimento significativo no ano passado. Criado em 2015, o braço de clientes milionários do Grupo XP teve um aumento de 30% no número de contas em 2020, chegando a 6 mil.
Por sua vez, o valor investido nestas contas mais que dobrou no período, saltando de R$ 91 bilhões em 2019 para R$ 228 bilhões no ano passado. De forma geral, o volume de aplicações nos segmentos de altíssima renda em bancos e corretoras de investimento foi alto, mesmo durante a pandemia. Segundo dados da Anbima, o crescimento do segmento foi de 13% em 2020, chegando a R$ 1,5 trilhão, valor que corresponde a 20% do PIB brasileiro.
Chamado de “private”, esse segmento é constituído por clientes ultra-ricos, com pelo menos R$ 3 milhões investidos nas instituições financeiras, e dá acesso a diversos produtos e serviços exclusivos. Na XP Private, o piso inicial para o segmento é de R$ 10 milhões, mas esses clientes possuem saldo de R$ 38 milhões em média.
De acordo com Beny Podlubny, chefe global da XP Private, o crescimento é justificado pela explosão de capital e oferta pública inicial de ações (IPOs, na sigla em inglês) na B3. “Há uma parte grande do nosso crescimento que é rouba-monte, clientes de outras instituição que trouxemos para cá. Mas há uma segunda parte que é dinheiro novo, gerado basicamente por esse volume enorme de IPOs que está acontecendo. Eles geram liquidez, geram riqueza”, destacou.
Com esses investimentos e aquisições, consequentemente, é possível gerar novos milionários. “E todo dia tem um novo IPO acontecendo. O que significa que todo dia tem dezenas de novos clientes private para entrar no mercado. É uma nova geração inteira de investidores. É um ciclo virtuoso de geração de liquidez”, acrescentou Podlubny.
Só em 2021, mais 15 empresas abriram capital na bolsa brasileira. Em geral, a medida é uma forma encontrada por empresas para se financiarem, sem a necessidade de recorrer a empréstimos em bancos.

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