Ações, Units e ETF's
Captações no mercado de capitais têm ‘tombo’ de 38,2% no 1T23
Total captado no período atingiu R$ 66 bilhões, ante R$ 106,95 bilhões no 1T22
Reflexo provável do clima de incerteza e volatilidade que marcou a economia nos últimos meses, tanto externa quanto internamente, o volume de captações no mercado de capitais, acusou um ‘tombo’ de 38,2% no primeiro trimestre (1T23), para R$ 66 bilhões, ante o mesmo período de 2022 (1T22), que foi de R$ 106,95 bilhões, informou, nesta terça-feira (11), a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
De modo semelhante, no mesmo comparativo anual, as captações na renda fixa recuaram 37,7%, ao totalizarem R$ 56 bilhões. Já na renda variável, a captação ficou em R$ 3,3 bilhões – com apenas uma oferta secundária (follow-on) e nenhum IPO (oferta inicial de ações) – apresentaram recuo anual de 71,9%. A única exceção coube aos ativos híbridos, cuja captação cresceu 40,6% neste comparativo, ao atingirem R$ 6 bilhões.
Emissões de R$ 75,5 bi – Com relação a dezembro do ano passado, as emissões no mercado de capitais totalizaram R$ 75,5 bilhões, com captações no montante de R$ 543,8 bilhões, o que representa uma redução de 11% ante igual período de 2021.
Já as captações com títulos de renda fixa apresentaram recorde da série histórica, ao somarem R$ 456,9 bilhões em 2022, com a contribuição das emissões de debêntures, que corresponderam a um volume de R$ 271 bilhões. Somente em dezembro último, o volume de emissões de debêntures chegou a R$ 36 bilhões, o maior do ano passado. Por meio de debêntures incentivadas, foram destinadas R$ 39 bilhões dessas operações foram destinadas ao financiamento de infraestrutura.
Também no ano passado, os CRAs e CRIs (Certificados de Recebíveis Agrícolas e Imobiliários) captaram juntos R$ 91,1 bilhões, outro recorde da série histórica. Além disso, chamam a atenção os CRs (Certificados de Recebíveis), novidade no segmento da securitização, o que serve para reforçar a democratização do acesso ao mercado de capitais, como instrumento de financiamento de empresas de menor porte, sobretudo nos setores agrícola e imobiliário.
Somente em dezembro último, o volume de emissões somou R$ 100 milhões, a maior parte subscrita por intermediários e demais participantes ligados à oferta (60%). Neste aspecto, as pessoas físicas foram responderam por 40% de sua colocação, a despeito de estas não possuírem qualquer incentivo fiscal para a compra desses ativos, o que atesta o potencial desses papéis junto ao segmento de varejo.

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