Agronegócio
China registra queda no consumo global de proteínas
Dados mostram que, em novembro, o recuo de aquisições internas foi 12,6%
Autoridades alfandegárias chinesas informaram que o País vai fechar o ano sem comprar mais carne bovina brasileira.
A suspensão ocorre desde setembro, quando dois casos atípicos de ‘vaca louca’ foram registrados no Brasil. Desde então, a China também vem desacelerando as compras das outras proteínas animais, a fim de manter o padrão em relação às importações de fornecedores não só brasileiros, como de todos os outros Países com os quais costumava fazer negócios.
Dados mostram que, no mês passado, o recuo de aquisições internas foi 12,6%. A maior oferta de carne suína local e os preços mais chamativos no próprio território também contribuíram para este cenário.
Para dezembro, a expectativa também é de menos embarques, mesmo com a formação de estoques visando o período de festas do Ano Novo Lunar, que acontece em fevereiro. Nesta época, geralmente, o País asiático fazia armazenamentos estratégicos para garantir maior volume de produtos.
Mas como o cenário tem sido totalmente ‘diferente’ do convencional, desde o embargo da carne bovina brasileira, a expectativa segue não sendo a melhor para o Brasil.
Por aqui, as exportações totais de carne de boi caíram 47% em novembro. Também houve recuo nas exportações gerais de proteínas suína (9,4%) e de frango (4,5%).

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