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Com economia ‘patinando’ e inflação avançando, Copom inicia reunião
Expectativa do mercado é de que Comitê de Política Monetária mantenha Selic em 13,75% ao ano, pela 4ª vez seguida
Ante um cenário marcado, externamente, por temores quanto a um novo ciclo recessivo nos Estados Unidos (maior economia mundial), e internamente, pelas incertezas em relação ao comportamento da inflação tupiniquim, tem início hoje (31) a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deverá culminar amanhã (1º) com a decisão sobre a taxa básica de juros (Selic), que poderá ser reduzida ou, mesmo, elevada do atual patamar (13,75% ao ano).
Especulações à parte, analistas de mercado trabalham com a perspectiva de manutenção da Selic no nível atual (que seria mantida, pela quarta vez consecutiva), ao menos, até meados deste ano, embora seja consensual admitir que a taxa poderá ter nova alta, na hipótese de a inflação persistir no viés crescente, no médio prazo.
Desde a mínima histórica de 2% ao ano, em março de 2021, até chegar aos atuais 13,75% ao ano, em agosto do ano passado, a Selic experimentou uma trajetória ascendente meteórica, como medida monolítica do BC, tendo em vista debelar a inflação crescente, mas que acabou derrubando o ímpeto da recuperação econômica.
Pior que isso, com a economia fraquejando, a inflação voltou forte, após meses de índices negativos, configurando o quadro clássico conhecido como estagflação, ou seja, economia estagnada e inflação crescente, como atesta o boletim Focus, divulgado ontem (30), que projetou nova alta (a sétima seguida) do IPCA (índice oficial de inflação), de 5,48% para 5,74% para este ano. Há um mês, a projeção era de 5,31%.
Entre os fatores responsáveis pelo renitente avanço dos preços, figuram como ‘vilões’ os alimentos, planos de saúde e cuidados pessoais. Para reforçar a situação econômica precária, as incertezas fiscais (decorrentes das pretensões do governo de ampliar despesas, logo no início do mandato) alimentam, de forma constante, a volatilidade do mercado financeiro.
Em que pese a miríade de desafios, o BC continua reafirmando o compromisso de manter a meta de inflação, fixada em 3,25% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) – com a banda mínima de 1,75% à máxima, de 4,75%. Apesar das ‘boas intenções’ manifestadas pela autoridade monetária, a avaliação de especialistas é de que a meta de inflação deverá ser ‘estourada’ pelo terceiro ano seguido.

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