Commodities
Cortes de produção russo e saudita não evitam queda do petróleo
Enquanto o contrato do tipo WTI recuou 1%, o referente ao tipo Brent caiu 0,97%
A persistência dos cortes de produção, aplicados pelos grandes produtores mundiais da commodity Arábia Saudita e Rússia – em meio a um cenário de combate sem tréguas contra a inflação por parte dos bancos centrais das principais economias do planeta – não impediu a queda dos contratos futuros do petróleo, na sessão desta sexta-feira (29).
Enquanto o contrato do tipo WTI (referência ianque), com vencimento em novembro, concluiu as negociações do dia com recuo de 1% (-US$ 0,92) a US$ 90,79 o barril, depois de alçar a máxima intradiária de US$ 93,10, o tipo Brent (referência global) para dezembro, baixou 0,97%, (-US$ 0,92), a US$ 92,20 o barril, após chegar a US$ 94,13.
No acumulado do ano, o contrato com maior liquidez do WTI totaliza alta de 13,12%, ao passo que o Brent acumula avanço de 7,32%. Se considerado apenas o terceiro trimestre (3T23), o WTI soma elevação de 28,52%, e o Brent, 22,26. Em setembro, o contrato do WTI cresceu 8,56% e o Brent, 6,18%.
Ao menos no curto prazo, a perspectiva é de que os preços do petróleo não sofram retração, tendo em vista ‘condições apertadas do mercado’, em decorrência das restrições de oferta russas e sauditas, que devem continuar por tempo indeterminado, bem como pela tendência de aumento da demanda por combustíveis, enquanto durarem as festividades do Golden Week na China, feriado mandarim que começa domingo próximo e se estende até o dia 7 de outubro, acentuou o analista da consultoria Oanda, Edward Moya.
Segundo a empresa Peak Trading Research, os contratos de petróleo Brent e WTI figuram como os mais negociados entre ativos futuros de energia e metais, em que o volume médio diário negociado do Brent no trimestre (3T23) totalizou US$ 96 bilhões, enquanto o WTI, somou US$ 78 bilhões, em igual período.
Já o diretor-gerente da Velandera Energy Partners, Manish Raj, avaliou que “o petróleo estava solidamente a caminho dos US$ 100 [por barril], mas o trio de inflação, taxas e Fed regressou e abalou a confiança”. Segundo ele, caso as taxas de juros se mantenham altas por mais tempo, “o petróleo ‘certamente’ voltará ao patamar dos US$ 80. Por enquanto, a única certeza no mercado é a volatilidade”, afirmou.

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